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MnemônicoDescrição do procedimentoUtilidade
_CHU_CHU
17HIDROX17 HIDROXIESTEROIDES
17OH17 CETOSTEROIDESMedir os níveis urinários de 17-Hidroxicorticosteróides (17-OH) -metabólitos dos hormônios que regulam a gliconeogênese.
17OHNEO17 ALFA HIDROXIPROGESTERONA NEONATALÉ o metabólito que se acumula preferencialmente no defeito da enzima 21-hidroxilase, causa mais comum de hiperplasia adrenal congênita. A doença pode se manifestar nas formas clássica ou não-clássica, com ou sem perda de sal. A forma clássica virilizante é acompanhada de masculinização da genitália externa em meninas, enquanto nos meninos pode ser assintomática ao nascimento. Em ambos os sexos, é acompanhada por perda de sal, com desequilíbrio hidroeletrolítico. As meninas portadoras da forma não-clássica podem apresentar hirsutismo, amenorréia e infertilidade. Os níveis elevados de 17-OH progesterona no sangue de recém-nascidos são sugestivos desta patologia.
17OHP17- ALFA HIDROXIPROGESTERONADiagnóstico da Hiperplasia Adrenal Congênita, deficiência da 21-hidroxilase, diagnóstico de hirsutismo e infertilidade feminina bem como monitoramento terapêutico. Valores aumentados: hiperplasia adrenal congênita (genitália ambígua nas meninas e macrogenitossomia nos meninos), em alguns casos de neoplasias adrenais ou ovarianas.
25HEX2,5 HEXANDIONA URINARIO
5 HIDROACIDO 5 HIDROXI INDOL ACETICO 24 HORAS
SHIDROACIDO HIDROXI INDOL ACETICO 24 HORASDiagnóstico de tumores carcinóides de células enterocromafins e de síndrome carcinóide. O ácido 5 hidroxi indol acético (5-HIAA) é o principal metabólito urinário da serotonina. A serotonina é produzida pelas células enterocromafins, localizadas no trato gastrointestinal e, em menor grau, na mucosa brônquica, trato biliar e gônadas. 
AAPANTICORPOS ANTIPEROXIDASEOs anticorpos anti-tiroperoxidase (ou anti-microssomais) e anti-tireoglobulina são detectáveis em grande parte nos indivíduos acometidos por tireoidite de Hashimoto, tireoidite atrófica, tireoidite pós-parto e boa parte dos acometidos por doença de Graves.
ABGANTIBIOGRAMAIdentifica com precisão qual é a bactéria que é a agente causadora da infecção do paciente e quais antibióticos são capazes de matá-la.
ABGEANTIBIOGRAMA DE ESPERMAA cultura para germes aeróbicos comuns pode ser realizada a partir de uma série de amostras e sua condução leva em consideração as características da amostra e da bacterioscopia inicial. Cada compartimento possui diferentes características de pH, flora normal, oxigenação, etc, o que faz com que os achados sejam valorizados de acordo com o contexto clínico laboratorial. O antibiograma é realizado para a bactéria isolada considerada potencialmente patogênica.
ABGFANTIBIOGRAMA DE FEZESDiagnóstico de infecções de trato gastrointestinal por bactérias enteropatogênicas. Visa diagnosticar infecções pelas enterobactérias Escherichia coli invasora, enteropatogênica, enterohemorrágica e enterotoxigênica, Salmonela spp e Shigella spp. 
ABGUANTIBIOGRAMA DE URINADiagnosticar a infecção urinária, qual a bactéria envolvida e o número de colônia existentes.
ABOABOIdentifica o tipo sanguíneo e o fator Rh. Com a determinação do tipo sanguíneo e do fator Rh é possível avaliar casos de transfusão de sangue e também a eritroblastose fetal – quando a mãe tem RH negativo e o filho, positivo. 
ACETILACETIL COLINESTERASEDetectar envenenado com algum produto tóxico como pesticidas, herbicidas ou adubos. Este teste é feito principalmente por agricultores por estarem em contato direto com estes produtos agrícolas. 
ACFENILACIDO FENILGLIOXILICOIndicador biológico de exposição ao estireno. O estireno é um composto líquido, incolor e viscoso, altamente reativo, e de grande poder de polimerização e oxidação, muito utilizado em indústrias que utilizem polímeros, especialmente indústrias de produção
ACFENILACIDO FENILGLIOXILICOIndicador biológico de exposição ao estireno. O estireno é um composto líquido, incolor e viscoso, altamente reativo, e de grande poder de polimerização e oxidação, muito utilizado em indústrias que utilizem polímeros, especialmente indústrias de produção de plásticos, resinas e embalagens.
ACFOLACIDO FOLICODetecção de deficiência de folato em gestantes, usuários de medicamentos inibidores do folato e pacientes com síndromes malabsortivas (doença celíaca, doença de Crohn, outras); monitoramento de terapia com folato.
ACGRAACIDOS GRAXOS LIVREÚtil na avaliação metabólica de pacientes com endocrinopatia ou determinados erros inatos metabólicos, assim como na avaliação de carências nutricionais. 
ACGRAGACIDOS GRAXOS PESQUISA(GORDURA)Avaliação diagnóstica de esteatorréia. Processos de má digestão e malabsorção podem causar esteatorréia.
ACITRICIACITO CITRICO (ESPERMA)E essencial para a função espermática e as suas dosagens avaliam a função da próstata e da vesícula seminal. Está ligado à capacidade de coagulação e liquefação seminal, além de potencializar atividade de enzimas como a hialuronidase.
ACLATLACTATOServe para avaliação de acidose láctica. Miopatias ou desordem muscular. Níveis de lactato elevados no sangue ocorrem em Anoxia devido a choque, parada cardíaca congestiva, intoxicação e deficiência de tiaminas; o lactato é medido em unidades de tratamento intensivo.
ACPANTICORPOS ANTI CELULA PARIETAL Útil para confirmar anemia perniciosa como etiologia da anemia megaloblástica.
ACTHHORMONIO ADRENOCORTICOTROFICO - ACTHMede as quantidades de hormônio adrenocorticotrófico no sangue. É usado para verificar se problemas com a glândula pituitária e glândulas suprarrenais.
ACVALP ACIDO VALPROICOMonitoramento de níveis terapêuticos de ácido valpróico (valproato), utilizado no tratamento de epilepsias. Os níveis séricos de ácido valpróico devem ser mantidos na faixa de referência indicada.
ADAACIDO DELTA AMINOLEVULINICODiagnóstico de porfirias; diagnóstico de intoxicação por chumbo ou mercúrio; auxilio no diagnóstico de alterações hepáticas.
ADENOADENOVIRUSSuspeita de infecção por adenovirus em imunossuprimidos ou recém-nascidos. A detecção do genoma do adenovírus indica a presença deste agente no espécime clínico investigado.
AFPALFA FETOPROTEINAMonitorização do tratamento de tumores hepáticos (hepatomas) e testiculares. Na gestante é utilizada com outros exames no diagnóstico de anomalias fetais. 
AGLICOALFA 1GLICOPROTEINAMonitoramento de processos inflamatórios em geral. É útil também no diagnóstico diferencial entre transudato e exsudato em líquido ascítico, derrame pleural ou pericárdico. 
AHACIDO HIPURICOAvaliação de intoxicação pelo tolueno. Indicador biológico da exposição ocupacional ao tolueno. Absorvido principalmente por via pulmonar, o tolueno é biotransformado no fígado, formando ácido hipúrico, benzoilglicuronatos e, em menor proporção, outras substâncias.
ALBALBUMINAMarcador de desordens do metabolismo protéico (nutricional, síntese reduzida, perda aumentada); avaliação de status nutricional; pressão oncótica sanguínea; doença renal com proteinúria; outras doenças crônicas.
ALBLALBUMINA, DOSAGEM - LIQUIDOS CORPORAIS
ALDOLALDOLASEMede a quantidade dessa enzima no sangue da pessoa. Níveis elevados podem indicar um problema sério de saúde.A aldolase elevada é, em geral, sinal de lesão muscular ou hepática (do fígado). 
ALDOSALDOSTERONAEstudo da hipertensão arterial, em especial no diagnóstico do HAP assim como na diferenciação entre os sub-tipos de HAP corrigíveis e não corrigíveis cirurgicamente (adenoma e hiperplasia). Diagnóstico do hiperaldosteronismo secundário. Diagnóstico do hipoaldosteronismo. 
ALDOSUALDOSTERONA URINA 24 HORASÚtil em casos de suspeita de hipertensão arterial secundária a hiperaldosteronismo primário (HAP). Também é utilizado na avaliação de hipoaldosteronismo. Indicações: Estudo da hipertensão arterial; Diagnóstico do hiperaldosteronismo secundário; Diagnóstico do hipoaldosteronismo.
ALF1TRIPALFA 1 TRIPSINADetecção de deficiências hereditárias na produção de (A1AT), possíveis fatores para doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e doença hepática; diagnóstico de cirrose hepática e hepatite crônica ativa; investigação de enfisema, hepatite neonatal, cirrose juvenil, paniculite; marcador de fase aguda.
ALF2MACALFA 2 MACROGLOBULINAAvaliação das reações inflamatórias e imunológicas.
ALUMIALUMINIO SERICOMonitoramento de toxicidade do alumínio em pacientes sob risco. O alumínio é um dos elementos de maior prevalência na crosta terrestre. As formas de contaminação mais importantes são a ingestão e a entrada via parenteral. Níveis mínimos apresentam pouca associação com morbidade. Os grupos de indivíduos mais expostos a risco de contaminação com alumínio são: crianças usuárias de alimentação parenteral; pacientes queimados que recebem administração de albumina intravenosa, especialmente com insuficiência renal concomitante; pacientes adultos e pediátricos com insuficiência renal crônica, que acumulam alumínio de medicamentos; pacientes dialisados; indivíduos com exposição industrial.
ALUMUALUMINIO URINARIOMonitoramento de toxicidade do alumínio em pacientes sob risco. O alumínio é um dos elementos de maior prevalência na crosta terrestre. As formas de contaminação mais importantes são a ingestão e a entrada via parenteral. Níveis mínimos apresentam pouca associação com morbidade.
AMHACIDO METIL HIPURICOAvaliação da toxicidade pelo xileno. É o indicador biológico da exposição ocupacional ao xileno, utilizado na indústria como solvente para tintas e lacas, solvente em indústrias de couro e borracha, agente de limpeza e desengordurante e na indústria química, plástica e de fibras sintéticas
AMIAMILASEDiagnóstico de pancreatites, parotidites e macroamilasemia.
AMI24AMILASE NA URINA - 24 HORASDiagnóstico de macroamilasemia e pancreatites agudas e crônicas. Valores aumentados: sempre que houver hiperamilasemia, a amilase urinária estará aumentada, exceto em quadros de insuficiência renal e macroamilasemia.
AMILASEAMILASE LIQUIDO PLEURALAuxilia no diagnóstico diferencial de inflamações e infecções do sistema nervoso ou que produzem derrames.
AMIUAMILASE NA URINA ISOLADADiagnóstico de macroamilasemia e pancreatites agudas e crônicas.
AMONIAAMONIA
ANATOANATOMO PATOLOGICOMacro e microscópico de tecidos para o diagnóstico das doenças, principalmente dos tumores. Só este exame dá a certeza que um tumor é benigno ou maligno.
ANATOHPANATOMO PATOLOGICO GASTRICO
ANDANDROSTENEDIONAAvaliação da produção de hormônios androgênios em mulheres hirsutas; avaliação de outros aspectos da virilização. A androstenediona é o principal precursor na biossíntese de andrógenos e estrógenos, servindo como pró-hormônio para testosterona e estrona (particularmente em mulheres na menopausa). Funciona como andrógeno de potência fraca, podendo ser produzida pelas glândulas adrenais e ovários.
ANDOSADENOSINA DEAMINASE - ADADiferenciação diagnóstica da atividade celular imune em líquidos. Basicamente, o teste tem capacidade de responder se a resposta ocorrente é de natureza linfóide (valores aumentados) ou mielóide (valores diminuídos).
ANTIGANTICORPOS ANTI TIREOGLOBULINAAvaliação do uso da tireoglobulina na monitoração do câncer diferenciado da tireóide, já que estes anticorpos interferem na dosagem podendo levar a resultados falsamente diminuídos.  
CALCALCITONINADiagnóstico e monitoramento de carcinoma medular de tireóide A calcitonina é um polipeptídio de 32 aminoácidos produzido pelas células C ou parafoliculares da tireóide.
CALCCALCULO URINARIO A análise da natureza do cálculo urinário permite ao clínico um ponto de partida na investigação da causa de litíases. Os cálculos mais comumente encontrados são os de oxalato de cálcio, fosfatos e ácido úrico, podendo haver casos de cálculos mistos.
CALCUCALCIO EM AMOSTRA ISOLADAAvaliação de coma; investigação de pancreatites e outros problemas gastrointestinais, nefrolitíase, polidipsia, poliúria, azotemia, adenomatose endócrina múltipla, doenças malignas ou granulomatosas. 
CAPLCFCAPACIDADE LIVRE DE COMBINAÇÃO DO FERRO
CARBACARBAMAZEPINAMonitoramento de adequação terapêutica, eficácia, possível toxicidade e acerto de dose para uso de carbamazepina. A carbamazepina é um dos mais populares agentes antiepiléticos em uso na atualidade, sendo utilizada em epilepsia, controle de dor neurogênica, neuralgia trigeminal e neuropatia diabética, além de uso documentado em distúrbio bipolar e outras doenças psiquiátricas e neurológicas.
CARBOXCARBOXIHEMOGLOBINAAvaliação da possível exposição e/ou envenenamento pelo monóxido de carbono; diagnóstico diferencial de cefaléia, náusea, vômito, vertigem, coma, etc; avaliação da exposição ocupacional; avaliação da exposição ao monóxido de carbono em acidentes (incêndios, por exemplo).
CARDAANTICORPO ANTI CARDIOLIPINA IGAÚtil para Tromboses vasculares, perdas fetais recorrentes, prolongamento inexplicável do PTTa em paciente assintomático, trombocitopenia, mielite transversa, anemia hemolítica, microangiopatia trombótica renal e hipertensão renal, presença de endocardite, livedo reticularis etc. 
CARDGANTICORPO ANTI CARDIOLIPINA IGG
CARDMANTICORPO ANTI CARDIOLIPINA IGM
CATECCATECOLAMINAS 24 HORASAvaliação diagnóstica de feocromocitoma, paragangliomas e neuroblastomas
CATECSCATECOLAMINAS SANGUINEO
CAUCALCIO NA URINA 24 HORASMedir a quantidade de cálcio eliminado pelo organismo através da urina.
CAXUGCAXUMBA IGGDiagnóstico de parotidite epidêmica; avaliação de imunidade. IgG reagente: infecção pregressa 
CAXUMCAXUMBA IGMDiagnóstico de parotidite epidêmica; avaliação de imunidade.  IgM reagente: infecção aguda/recente
CCTXC-TELOPEPTIDEO -CTX- IAvaliação da velocidade de reabsorção nos processos osteoporóticos. 
CD4CD4Monitoramento da subpopulação de linfocitos T auxiliares em pacientes portadores de HIV Ver Linfócitos subpopulação linfocitaria CD4, CD8 e CD3.
CD8CD8Principal fenotipo expresso em linfocitos T Citotoxicos. Celula que participa da resposta imune contra infecções virais entre outros processos. Ver Linfócitos subpopulação linfocitaria CD4, CD8 e CD3.
CEAANTIGENEO CARCIONOEMBRIOGENICODiagnosticar e controlar determinados tipos de câncer, especialmente o câncer de cólon. Este exame mede a quantidade de antígeno carcinoembriogênico no sangue. Se a pessoa já estiver com câncer, esse exame ajudará o médico a determinar se o tratamento para o câncer está sendo eficaz.
CENTROANTI CENTROMERO É associado clinicamente à esclerose sistêmica forma CREST (calcinose, fenômeno de Raynaud, disfunção motora do esôfago, esclerodactilia e telangiectasia), cirrose biliar primaria e síndrome de Sjogren. Raramente observado em outras doenças autoimunes. Pode preceder a forma CREST por anos.
CERUCERULOPLASMINADiagnóstico de doença de Wilson; avaliação da presença da síndrome de Menkes; avaliação de hepatite crônica ativa, cirrose e outras doenças hepáticas
CGLICURVA GLICEMICA (CLASSICA) J,30,60,90,120Útil no diagnóstico do diabetes mellitus em que o valor da glicemia aos 120 minutos é superior a 200 mg/dL e encontramos um valor entre O e 2 horas igual ou superior a 200 mg/dL.
CGLICCURVA GLICEMICA (SIMPLIFICADA) J, 60 E 120Útil no diagnóstico do diabetes mellitus em que o valor da glicemia aos 120 minutos é superior a 200 mg/dL e encontramos um valor entre O e 2 horas igual ou superior a 200 mg/dL.
CGLIPCURVAGLICEMICA (PROLONGADA) J, 30,60,90,120,180As curvas glicêmicas prolongadas (4 e 5 horas) são utilizadas no diagnóstico das hipoglicemias funcionais.
CGLIP4CURVA GLICEMICA (PROLONGADA) J, 30,60,90,120,180, 240As curvas glicêmicas prolongadas (4 e 5 horas) são utilizadas no diagnóstico das hipoglicemias funcionais.
CGLISCURVAGLICEMICA (SIMPLIFICADA)J, 30, 60Útil no diagnóstico do diabetes mellitus em que o valor da glicemia aos 120 minutos é superior a 200 mg/dL e encontramos um valor entre O e 2 horas igual ou superior a 200 mg/dL.
CH50COMPLEMENTO TOTAL CH50Monitoração da atividade da doença e resposta terapêutica no lúpus eritematoso sistêmico (LES), em especial se há doença acometimento renal; deficiências seletivas de complemento
CHAGCHAGAS, HEMAGLUTINAÇÃO IGG
CHAGICHAGAS, IMUNOFLUORESCENCIA IGG
CHAMICHAGAS, IMUNOFLUORESCENCIA IGM
CHIKUANTICORPOS ANTI CHIKUNGUNYA IGG E IGMDetectar febre Chikungunya é uma doença causada por um vírus do gênero Alphavirus transmitida por mosquitos do gênero Aedes.
CHLACHLAMYDIA, PESQUISA
CHLAPGCHLAMYDIA PNEUMONIAE - ANTICORPOS IGG Diagnóstico de C. pneumoniae. A Chlamydia pneumoniae, agente etiológico de infecções do trato respiratório médio e inferior, é considerada um microorganismo "atípico" porque provoca quadros cuja apresentação clínica é, em geral, menos grave que as infecções pelo Streptococcus pneumoniae ou o Haemophilus influenzae.
CHLAPMCHLAMYDIA PNEUMONIAE - ANTICORPOS IGMDiagnóstico de C. pneumoniae. A Chlamydia pneumoniae, agente etiológico de infecções do trato respiratório médio e inferior, é considerada um microorganismo "atípico" porque provoca quadros cuja apresentação clínica é, em geral, menos grave que as infecções pelo Streptococcus pneumoniae ou o Haemophilus influenzae.
CHLATRGCHLAMYDIA TRACHOMATIS IGG, ANTICORPUS ANTIVer Chlamydia - Anticorpos IgA.
CHLATRMCHLAMYDIA TRACHOMATIS IGM, ANTICORPUS ANTIVer Chlamydia - Anticorpos IgA.
CHUCHUMBO SANGUINEOAvaliação de exposição e toxicidade por chumbo. O chumbo é um contaminante ambiental. Pode ocorrer em uma série de produtos, embora seu uso em tintas e combustíveis esteja diminuindo mundialmente. A exposição e a absorção do chumbo podem ocorrer por qualquer rota, contudo a ingestão parece ser a via mais importante. Adultos parecem ser mais tolerantes ao contato com chumbo do que crianças. A absorção intestinal é variada e sua excreção se dá primariamente por filtração renal. Há dois compartimentos principais onde o chumbo se deposita: o esqueleto e os tecidos conjuntivos.
CHUUCHUMBO URINARIOVer chumbo sanguíneo.
CICLOSPCICLOSPORINAMonitoramento do nível sanguíneo da droga imunossupressora. A ciclosporina é um agente imunossupressor, derivado de um fungo
CINSCURVA DE INSULINA JEJUM, 1ªHORA, 2ªHORA,3ªHORADiagnóstico de insulinoma. Avaliação de hipoglicemias. A insulina é um hormônio peptídeo, sintetizado e secretado pelas células beta das ilhotas de Langerhans do pâncreas. Seu efeito específico está relacionado ao aproveitamento da glicose e à diminuição desta nos níveis sanguíneos.
CISTCERCISTICERCOSE – LIQUOR
CISTIGCISTICERCOSE (ELISA)A técnica de ELISA (ensaio imunoenzimático) presta-se com adequação a pesquisa de anticorpos anti-cisticerco presentes no LCR. Esses anticorpos podem ter sido produzidos dentro ou fora SNC. Podemos definir por uma ou outra situação baseados no índice de produção de anticorpos de Reiber e Felgenhauer caso tenha-se a suspeita de transferência passiva de imunoglobulinas para o espaço sub-aracnóide
CISTINCISTATINA CMarcador ideal para o monitoramento da Taxa de Filtração Glomerular em crianças e adultos. Monitoramento em transplantes renais. Monitoramento de drogas nefrotóxicas. Doenças renais agudas e crônicas. Monitoramento de nefropatia diabética.
CISTINACISTINA 24 HORAS Ver Cistina.
CITOCITOLOGIA ONCOTICADetectar o câncer de colo de útero em estágio precoce ou anormalidades nas células que podem estar associadas ao desenvolvimento deste tipo de tumor.
CITOAVICITOMEGALOVIRUS - TESTE DE AVIDEZ IGGDiagnóstico de infecção por Citomegalovirus A infecção pelo citomegalovírus pode ocorrer nas 3 seguintes situações: Primo-infecção ( fase aguda), re-infecção e reativação, a interpretação do teste de avidez só deve ser aplicada nos casos de primo-infecção, pois nas outras 2 situações, a concentração de anticorpos apresentando diferentes afinidades, não permite a correta interpretação da porcentagem de avidez obtida.
CITOGCITOMEGALOVIRUS IGGDeterminação de contato anterior com CMV antes de transplante de órgãos; diagnóstico de citomegalovirose; integrante de triagem TORCH em gestantes. O citomegalovírus (CMV), é um componente da família herpesvírus, subfamília beta herpesvírus, sendo distribuído de maneira cosmopolita.
CITOMCITOMEGALOVIRUS IGM Ver Citomegalovírus - Anticorpos IgG.
CITOPCRCITOMEGALOVIRUS QUALITATIVO, PCR A infecção pelo citomegalovírus (CMV) é uma das infecções oportunistas mais comuns depois de transplantes de órgãos e nos estágios finais da infecção pelo HIV. O exame para detecção de citomegalovírus por PCR apresenta alta especificidade, sendo importante não só no diagnóstico diferencial de pneumonites e doenças gastrogenitais, como também para diagnóstico precoce dos casos de reativação assintomática do vírus, já que este pode ser detectado mesmo na ausência de sintomas clínicos.
CITOQUANCITOMEGALOVIRUS, PCR QUANTITATIVOA infecção pelo citomegalovírus (CMV) é uma das infecções oportunistas mais comuns depois de transplantes de órgãos e nos estágios finais da infecção pelo HIV. O exame para detecção de citomegalovírus por PCR apresenta alta especificidade, sendo importante não só no diagnóstico diferencial de pneumonites e doenças gastrogenitais, como também para diagnóstico precoce dos casos de reativação assintomática do vírus, já que este pode ser detectado mesmo na ausência de sintomas clínicos.
CITRATCITRATO (ACIDO CITRICO) Citrato se liga ao cálcio e inibe a formação de pedra nos rins. Assim, baixas concentrações de citrato pode levar à formação de pedra nos rins. Este é o fator de risco mais importante para a formação de pedra nos rins em crianças.
CITRAURCITRATO URINARIO (ISOLADA)Litíase urinária O citrato urinário inibe a formação de cristais, parecendo diminuir o potencial para a formação de pedras renais compostas por cálcio, especialmente oxalato de cálcio
CITRU(CITRATO NA URINA 24 HORASInvestigação etiológica da nefrolitíase Interpretação clínica: Valores diminuídos favorecem a formação de cálculos renais
CLACCURVA DE LACTOSE (JEJUM E 15 MINUTOS)
CLACTCURVA DE LACTOSE
CLACT1CURVA DE LACTOSE - 0,30, 60, 120
CLACT2TESTE DE TOLERANCIA A LACTOSE -0,30,60,90,120Avaliação de deficiência de lactase.
CLCR24CLEARENCE DE CREATININAUtilizado para avaliar a função dos rins. É usado para ajudar a diagnosticar disfunções renais. O exame é um comparativo entre a dosagem de creatinina no sangue e os níveis dessa substância na urina.
CLOCLOROAvaliação de eletrólitos, balanço ácido-base e balanço hídrico. A hiponatremia e a alcalose metabólica estão associadas a hipocloremia. A hipernatremia e a acidose metabólica estão associadas a hipercloremia. O cálculo de ânion gap aumentado indica um acúmulo de outro ânion não cloreto, o que ocorre principalmente na acidose metabólica.
CLO24CLORO NA URINAAvaliação da composição eletrolítica da urina em estudos de balanço ácido-base; avaliação da possibilidade de resposta a cloreto em casos de acidose metabólica; monitoramento do rigor de dieta hipossódica.
CLOSTRICLOSTRIDIUM DIFFICILE - PESQUISA TOXINA A E BDiagnóstico de infecção por C difficile. Nem todos os gêneros de Clostridium difficile produzem toxinas e, aproximadamente, 2% de adultos sadios e mais de 50% de crianças acima de 2 anos podem ser colonizadas com C difficilecile, a detecção dessas toxinas em amostras de fezes de pacientes com diarréia é mais significantiva do que a cultura dos patógenos
CLOUCLORO NA URINA ISOLADAAvaliação da composição eletrolítica da urina em estudos de balanço ácido-base; avaliação da possibilidade de resposta a cloreto em casos de acidose metabólica; monitoramento do rigor de dieta hipossódica.
CLUR24CLEORENCE DE UREIAAvaliação da função renal de baixa sensibilidade; cálculo do clearence de ureia.
CNCITOGRAMA NASALDiagnóstico diferencial de rinite. 
COAGCOAGULOGRAMADiagnostico de doenças hemorrágicas e avaliação das condições da coagulação do sangue. Engloba vários exames, como tempo de protrombina, tempo de tromboplastina parcial, tempo de sangramento, tempo de coagulação para triagem de verificação da hemostasia. O coagulograma é solicitado no pré-operatório ou para tratamentos que causam sangramento. Alterações do coagulograma são uma possível causa para a contra-indicação de cirurgias.
COBALTCOBALTOAvaliação de toxicidade pelo Co.
COBRECOBRE SANGUINEO
COBREUCOBRE URINARIO Ver Cobre.
COBUCOBRE URINARIO 24 HORAS
COLCOLESTEROL TOTALAvaliação de risco de desenvolvimento de doença cardíaca coronariana (DCC); diagnóstico e monitoramento de tratamento de estados hiperlipidêmicos primários ou secundários; avaliação da função hepática. O colesterol é uma espécie de álcool encontrado quase exclusivamente em animais. Quase todas as células e tecidos contêm alguma quantidade de colesterol, que é utilizado na fabricação e reparo de membranas celulares, síntese de moléculas vitais como hormônios e vitaminas
COLICOLINESTERASEDiagnóstico e monitoramento de exposição e intoxicação por compostos organofosforados e carbamatos, utilizados em agricultura comercial; triagem pré-operatória de pacientes com sensibilidade de succilcolina, genética ou secundária a exposição a inseticidas; estudos familiares de anomalia molecular das colinesterases. Existem dois tipos de colinesterase encontrados no sangue: a acetilcolinesterase (colinesterase "verdadeira", existente dentro dos eritrócitos) e a pseudocolinesterase (encontrada no plasma, uma glicoproteína produzida pelo fígado).
COODCOOMBS DIRETOUtilizado na investigação das anemias hemolíticas auto-imunes, reações transfusionais e na doença hemolítica do recém-nato. 
COOICOOMBS INDIRETOFaz parte dos exames de triagem pré-transfusional, no acompanhamento de gestantes Rh negativas com prévia sensibilização e determinação de antígenos eritrocitários, não evidenciados por aglutinação direta (por exemplo, variantes fracas de Rh (D), antígenos Duffy, Kell, Kidd etc). Utilizado também na triagem de anemias hemolíticas.
COPROCOPROCULTURARealizado às fezes, para verificar se há presença de sangue ou bactérias.
COPROLCOPROLOGICO FUNCIONALEstudo das funções digestivas. As fezes normais são adequadamente formadas, não contém restos de alimentos vegetais e têm pH entre 6,0 e 8,0 Estão ausentes os seguintes elementos: sangue oculto, fungos, cristais, celulose, leucócitos, flora iodófila, amido amorfo, gordura neutras, cistos e protozoários, ovos de helmintos e Larvas, fibras musculares mal digeridas, fibras musculares bem digeridas. São interferentes fezes coletadas no período menstrual, envelhecidas, mal conservadas, não seguimento da dieta prescrita, presença de urina ou coleta em vaso sanitário. 
COPROPCOPROROFIRINAS - PESQUISADiagnóstico de porfirias; diagnóstico de intoxicação por chumbo. As porfirinas são intermediários químicos da síntese da hemoglobina, mioglobina e outros pigmentos chamados citocromos. São analisadas para auxiliar no diagnóstico das porfirias, doenças que resultam de defeitos na síntese do heme (porfirinas mais ferro). O excesso destes intermediários metabólicos indica um bloqueio metabólico na síntese do heme. Várias porfirias são descritas e seu diagnóstico é realizado pela interpretação de dados clínicos e laboratoriais.
COPROPCOPROROFIRINAS - PESQUISADiagnóstico de porfirias; diagnóstico de intoxicação por chumbo. As porfirinas são intermediários químicos da síntese da hemoglobina, mioglobina e outros pigmentos chamados citocromos. São analisadas para auxiliar no diagnóstico das porfirias, doenças que resultam de defeitos na síntese do heme (porfirinas mais ferro). O excesso destes intermediários metabólicos indica um bloqueio metabólico na síntese do heme. Várias porfirias são descritas e seu diagnóstico é realizado pela interpretação de dados clínicos e laboratoriais.
CORTCORTISOL BASALDiagnóstico de síndrome de Cushing. É o principal glicocorticóide produzido pelo córtex adrenal.
CORTACORTISOL – TARDE
CORTTSCORTISOL TESTE DE SUPRESSÃO
CORTUCORTISOL URINARIO 24 HORASDiagnóstico de hiperfunção adrenal. Avaliação das condições de hipo e hiper função adrenal .
CPKCPK – CREATINOFOSFOQUINASE
CPKMBCPK FRAÇÃO MB
CRCREATININADiagnóstico de condições que reduzam a massa muscular. Valores aumentados: jejum prolongado, inanição, distrofia muscular, poliomielite, atrofia, poliomiosite, hipertireoidismo, miopatia induzida por corticosteróide.
CREATICREATINAAvaliação da produção muscular
CREUCREATINA URINARIA - AMOSTRA ISOLADA Utilizada com outros exames dosados em urina de 24 horas para avaliação de coleta correta; coleta em períodos longos, para o cálculo de clearence de creatinina; em amostra, para o cálculo de relações com outros analitos.
CRIOACRIOAGLUTININAS, PESQUISAPesquisa de pneumonia por Mycoplasma.
CRIOGLCRIOGLOBULINAS - PESQUISADiagnóstico de croglobulinemia Interpretação clínica: Crioglobulina tipo I: imunoglobulinas monoclonais, da classe IgG, IgM ou IgA sem atividade de fator reumatoide (FR) e não fixa complemento: podem estar presentes na a macroglobulinemia de Waldenströn, mieloma múltiplo, púrpura, fenômeno de Raynaud. Crioglobulina mista do tipo II: imunoglobulinas monoclonais, classe IgM, IgG ou IgA, que, geralmente tem atividade de FR, associadas a IgG policlonal e fixam complemento: são comuns em doenças infecciosas crônicas, sobretudo hepatite B e, principalmente, hepatite C, que é a principal causa crioglobulinemia; também é observada na artrite reumatoide e síndrome de Sjögren. Crioglobulina mista tipo III: imunoglobulinas de origem policlonal com, pelo menos uma com atividade de FR e que fixam complemento: doenças reumáticas como LES, artrite reumatoide, mas também ocorre em doenças infecciosas crônicas, virais, bacterianas e parasitárias.
CRIPTCRIPTOSPORIDIUM, PESQUISADiagnóstico diferencial de diarréia crônica; diagnóstico de criptosporidiose. A criptosporidiose tem sido recentemente reconhecida como uma doença humana importante, primeiro, pelo desenvolvimento de condições técnicas que corroborem este dado, segundo pelo crescente contingente de indivíduos imunossuprimidos. 
CRIPTCRIPTOSPORIDIUM, PESQUISA-
CRIPTOCRIPTOCOCOSE
CRIPTOCRIPTOCOCOSE-
CROMATOAMINOACIDOS, CROMATOGRAFIA, QUANTITATIVADiagnóstica de erros inatos do metabolismo das proteínas onde a concentração dos aminoácidos excede em 3 a 4 vezes o valor normal, chegando a níveis até dez vezes maiores, no sangue e urina.
CROMOCROMO URINARIOVer Cromo Sérico.
CROMOSCROMO SANGUINEO
CRUCREATININA URINARIA 24 HORASUtilizada com outros exames dosados em urina de 24 horas para avaliação de coleta correta; coleta em períodos longos, para o cálculo de clearence de creatinina; em amostra, para o cálculo de relações com outros analitos
CULCULTURA
CULFCULTURA DE FUNGOSCultura: diagnóstico de processos infecciosos causados por agentes fúngicos. Antifungigrama: pode ser solicitado em alguns casos refratários a tratamento
CURINSULCURVA DE INSULINA (J, 30,60,90,120,180,240)
DENGGDENGUE IGGVer Dengue - Anticorpos IgM.
DENGMDENGUE IGMDiagnóstico de dengue. Os anticorpos específicos IgM são encontrados em cerca de 80% dos pacientes no quinto dia e cerca de 99% dos pacientes no décimo dia do contato, persistindo na circulação por cerca de três meses. 
DENGNSDENGUE NS1Diagnóstico precoce do dengue, nos primeiros dias de infecção, uma vez que as imunoglobulinas IgM só começam a positivar após 5 a 6 dias.
DESOXIANTIDESOXIRIBONUCLEASE BParticularmente importante na documentação sorológica das infecções estreptocócicas.
DESOXICCOMPOSTO S 11 DESOXI-CORTISOLAvaliação de hiperplasia adrenal congênita, forma virilizante associada a HAS e suspeita de alterações da enzima 11-beta hidroxilase de origem tumoral ou por efeito de medicamentos.
DHEADHEA - DEHIDROPIANDROSTERONAAvaliação de síndromes com excesso de produção androgênica. 
DHLDHL - DESIDROGENASE LATICA TOTALA dehidrogenase láctica (DHL) catalisa a conversão reversível de ácido láctico muscular em ácido pirúvico, um passo essencial nos processos metabólicos que, em última análise, produzem a energia celular.
DHTDEHIDROTESTERONADiagnóstico de pseudo-hermafroditismo masculino (deficiência da 5-alfa-redutase). 
DIGOXDIGOXINAAvaliação de dose terapêutica e toxicidade da digoxina.
DISMORDISMORFISMO ERITROCITARIOA análise da morfologia das hemácias no sedimento urinário pode indicar se a origem da hematúria é glomerular (presença de acantócitos e/ou codócitos) ou não glomerular. Indivíduos que não apresentam número significativo de hemácias no sedimento urinário deverão colher nova amostra, até que se obtenha uma amostra com número representativo, devido ao caráter, muitas vezes, transitório das hematúrias microscópicas.
DNAANTI DNA DUPLA HELICE OU NATIVOTeste confirmatório para diagnóstico de Lupus Eritematoso Sistêmico; monitoramento terapêutico. Pessoas normais geralmente apresentam-se não reagentes ou mesmo fracamente reagentes para anti-DNA.
E1ESTRONAAvaliação da síndrome de ovários policísticos; estudo diagnóstico dos tumores feminilizantes; avaliação de secreção hormonal na menopausa
E2ESTRADIOLÚtil na avaliação da puberdade precoce, hipogonadismo e fertilidade em ambos os sexos. Na mulher, também na avaliação da função ovariana e no acompanhamento de reprodução assistida. Na avaliação da puberdade precoce, é utilizado como exame inicial nas meninas, junto com o LH basal.
E3ESTRIOLNa gravidez como triagem de síndrome de Down e trissomia do cromossomo 18, entre outras síndromes genéticas com defeitos de fechamento do tubo neural.
ECAENZIMA CONVERSORA DA ANGIOTENSINA Diagnóstico de sarcoidose; acompanhamento da efetividade terapêutica. 
EHBELETROFERESE DE HEMOGLOBINADiagnóstico de hemoglobinopatias e talassemias; diagnóstico diferencial de anemias e hemólise. 
ELIPELETROFORESE DE LIPOPROTEINASAuxílio no diagnóstico das dislipemias primárias e secundárias. A eletroforese de lipoproteínas está indicada em determinadas situações: triglicérides no soro > 300 mg/dL; soro de jejum lipêmico; hiperglicemia significativa, tolerância à glicose alterada, glicosúria; ácido úrico sérico aumentado; nítida história familiar de doença coronariana prematura; evidência clínica de doença coronariana ou aterosclerose em pacientes com menos de 40 anos de idade.
ENDOAANTI ENDOMISIO -ANTICORPO IGADiagnóstico de doença celíaca. Doença celíaca e dermatites herpetiformes são doenças caracterizadas como enteropatias glúten-sensíveis. 
ENDOGANTI ENDOMISIO - ANTICORPO IGGDiagnóstico de doença celíaca.  A presença de biópsia anormal confirma a doença, porém, o componente imunológico para a etiologia é suspeito e embora não se saiba ao certo se a sua presença dos diferentes anticorpos é primária ou secundária ao dano tecidual, as pesquisas dos anticorpos IgA (e IgG) para antigliadina, antiendomísio e antitransglutaminidase tem sido usadas como triagem, possuindo os dois últimos ensaios maior especificidade. Com relação ao fator genético também parece estar associado à doença celíaca e quase todos os pacientes expressam o alelo HLA-DQ2, mas apenas uma pequena parte que expressa o DQ2 possuí a doença. 
ENDOMANTI ENDOMISIO - ANTICORPO IGMDiagnóstico de doença celíaca.
EPROELETROFORESE DE PROTEINASDetecção e quantificação de bandas de paraproteínas em doenças linfoproliferativas; detecção de estados fisiopatológicos como inflamação, perda protéica, gamopatias e outras disproteinemias.
EPROUELETROFORESE DE PROTEINAS URINARIAS 24 HORASVer Eletroforese de Proteínas (C/ Densitometria).
EPSTBEANTICORPOS ANTI EPSTEIN BARR IGGDeterminar a presença de anticorpos específicos para antígenos virais, em especial dos direcionados ao antígeno do capsídeo viral (VCA) e ao antígeno nuclear (EBNA). 
EPSTGEPSTEIN BARR VIRUS, C/VCA IGG Ver Epstein Barr - Detecção por PCR.
EPSTMEPSTEIN BARR VIRUS, C/VCA IGMVer Epstein Barr - Detecção por PCR.
ESPEESPERMOGRAMAAnalisa a qualidade do sêmen do paciente, segundo alguns critérios definidos pela Organização Mundial da Saúde, a partir de uma amostra coletada pelo homem por meio de masturbação.
ETANOLETANOL - ALCOOL ETILICODiagnóstico diferencial em pacientes comatosos; diagnóstico de intoxicação por etanol; uso forense em casos de determinação para fins legais; documentação de intoxicação alcoólica trabalhista ou familiar. (Não é recomendado a utilização de substância alcoólica para assepsia da punção venosa. Utilizar sabão neutro ou solução da Dakin.)
ETANUETANOL URINARIODiagnóstico diferencial em pacientes comatosos; diagnóstico de intoxicação por etanol; uso forense em casos de determinação para fins legais; documentação de intoxicação alcoólica trabalhista ou familiar. (Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina Colher o jato médio da urina com retenção de 4 horas entre as micções. Informar se é urina início ou final de jornada quando for exposição ocupacional.)
FALFOSFATASE ALCALINANo diagnóstico de obstrução biliar; no diagnóstico das doenças osteometabólicas é pouco específico, sendo indicado apenas para doenças nas quais se eleva muito, como doença de Paget, raquitismos e osteomalácia, tanto como diagnóstico de atividade como de controle do tratamento. 
FALCIPROVA DE FALCIZAÇÃOUsado para detectar células falciformes que estejam gravemente deformadas, glóbulos vermelhos rígidos que possam diminuir o fluxo sangüíneo. O traço falciforme (Hb S) é encontrada quase que exclusivamente em pessoas com ascendência africana.
FANFATOR ANTI NUCLEARDiagnóstico de doenças autoimunes sistêmicas ou reumáticas. A interpretação dos resultados deverá sempre ser levado em consideração os títulos e os padrões encontrados.
FEFERRO SERICODiagnóstico diferencial de anemias; diagnóstico de hemocromatose e hemosiderose.
FENIALFENILALANINA PLASMATICADiagnóstico da fenilcetonúria. A fenilcetonúria (PKU) é uma doença genética autossômica recessiva que decorre da deficiência ou ausência da enzima fenilalanina hidroxilase, que atua sobre a fenilalanina, causando o acúmulo deste aminoácido no sangue das pessoas afetadas. 
FENITFENITOINAMonitoração de níveis terapêuticos e toxicidade da droga. A fenitoína (difenilhidantoína) é uma droga indicada para o tratamento de quase todos os tipos de epilepsia. 
FENOBFENOBARBITAL Útil para a monitoração quando do uso da medicação anticonvulsivante.
FENOLFENOL URINARIOÚtil na avaliação ocupacional de trabalhadores expostos a ambos. Indicador biológico de exposição ao fenol.
FERRIFERRITINADiagnóstico e avaliação de anemias ferroprivas; diagnóstico e avaliação de hemocromatoses, marcador de fase aguda. 
FIBFIBRINOGENIODiagnóstico de hipofibrinogenemias ou afibrinogenemias primárias ou secundárias, diagnóstico de coagulação intravascular disseminada; marcador de fibrinólise. 
FIXFATOR IXDiagnóstico de deficiência do fator IX em avaliações de quadros de sangramento. O fator IX é uma proteína da coagulação produzida no fígado, vitamina K dependente, que ativa o fator X na presença do fator VIII, fosfolipídios e íons de cálcio, levando à produção de trombina e à formação de um coágulo de fibrina.
FLOURFLOURETOSAvaliação de toxicidade por fluoreto. Alguns inseticidas são ricos em fluoreto. Sua meia vida plasmática é de 2-9 horas. A intoxicação se dá geralmente por ingestão.
FOFOSFOROAvaliação do metabolismo do fósforo. Os compostos que contém fósforo estão presentes em todas as células e participam de muitos processos bioquímicos importantes, fazendo com que os fosfatos exerçam papel fundamental no metabolismo humano. 
FOACFOSFATASE ACIDA Seguimento de câncer de próstata, processos hematológicos, ósseos e mieloma múltiplo.
FOACPFOSFATASE ACIDA PROSTATICAAuxiliar no diagnóstico do carcinoma prostático e monitoração do tratamento. 
FOSFOLFOSFOLIPIDESAvaliação de doença hepática obstrutiva, abeta ou hipobetalipoproteinemia, doença de Tangier, deficiência de LCAT.
FOSFUFOSFORO URINARIO (ISOLADA) Avaliação de doenças osteometabólicas A fosfatúria varia com a idade, massa muscular, função renal, hora do dia, dieta e níveis de paratormônio (PTH). É importante no diagnóstico das doenças ósseas, como a que ocorre no hiperparatireoidismo primário, pseudo-hipoparatireoidismo, osteomalacia, Paget e síndrome de Fanconi. 
FOUFOSFURO URINARIO 24 HORASAvaliação do metabolismo excretor do fósforo. O metabolismo do fósforo depende de um balanço entre ingestão, troca celular/extracelular/óssea e excreção/reabsorção renal, de modo balanceado e multifatorial (ver Fósforo). 
FP1PARASITOLOGICO DE FEZES (1ªAMOSTRA)Pesquisa de organismos significativos de infestações parasitárias e helmínticas.
FP1BPARASITOLOGICO DE FEZES BAERMANNÉ específico para o isolamento de larvas de estrongilóides e acompanhamento do tratamento.
FP1DPARASITOLOGICO DE FEZES - PESQUISA DIRETAAnálise laboratorial feita a partir de uma amostra das fezes, buscando detectar a presença de elementos indicativos da existência de vermes no intestino, bem como determinar o seu tipo.
FP1HPARASITOLOGICO DE FEZES - HOFFMANUtilizado para identificação das diversas infestações parasitárias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protozoários) e na triagem das infecções intestinais. A intensidade do parasitismo influi no número de formas parasitárias eliminadas. É recomendável o exame de fezes em três amostras colhidas em dias diferentes, pois a ausência de parasitas em uma amostra de fezes não elimina a possibilidade da presença do mesmo no organismo.
EPIKPROTOPARASITOLOGICO DE FEZES (KATO KATZO)Permite identificação e a quantificação por grama de fezes das infestações por alguns helmintos (Ascaris lumbricoides, Necator americanus, Schistosoma mansoni, Trichuris trichura, Taenia sp, Enterobios vermiculares e Strongyloides stercoralis). Cistos de protozoários podem não ser identificados por este método. A sua execução pode ser inviável em fezes diarréicas.
EP2PARASITOLOGICO (2ª AMOSTRA)Pesquisa de organismos significativos de infestações parasitárias e helmínticas.
EP3PARASITOLOGICO (3ª AMOSTRA)Pesquisa de organismos significativos de infestações parasitárias e helmínticas.
EP4PARASITOLOGICO (4ªAMOSTRA)Pesquisa de organismos significativos de infestações parasitárias e helmínticas.
EP5PARASITOLOGICO (5ª AMOSTRA)Pesquisa de organismos significativos de infestações parasitárias e helmínticas.
EP6PARASITOLOGICO (6ª AMOSTRA)Pesquisa de organismos significativos de infestações parasitárias e helmínticas.
FRUTFRUTOSEAvaliação da infertilidade masculina; avaliação da função espermática. A frutose e o ácido cítrico são compostos metabólicos essenciais para a função espermática. Suas dosagens avaliam a função da próstata e da vesícula seminal.
FRUTOFRUTOSAMINAMonitoração do tratamento do diabetes mellitus (DM). Alguns estudos sugerem que possa ser utilizada no diagnóstico do DM, mas não há padronização ara este diagnóstico pelas sociedades médicas especializadas. 
FHSFHS- HORMONIO FOLICULO ESTIMULANTEAvaliação do climatério, por ser seu marcador mais precoce, do hipogonadismo e da infertilidade.
FT4FT4 - TIROXINA LIVREConfirmação de disfunção de tireoidiana e monitoração do tratamento. 
FTAFTA IGGConfirmação de resultados reagentes em testes não-treponêmicos no diagnóstico da sífilis; diagnóstico de sífilis tardia (mesmo com testes não-treponêmicos não reagentes). O uso de testes treponêmicos deve trazer mais especificidade à rotina diagnóstica; sua sensibilidade situa-se em torno de 80-90% em sífilis primária, >95% em sífilis secundária e terciária e 90-95% em sífilis tardia.
FTAMFTA IGM·         Ver FTA - ABS - Anticorpos IgG.
FUNGOSPESQUISA DE FUNGOSConsiste na avaliação da presença de fungos em materiais biológicos sem ou antes da realização de cultura.
FVFV - FATOR DA COAGULAÇÃODiagnóstico de deficiência do fator V. A deficiência congênita deste fator é uma doença hemorrágica hereditária de herança autossômica recessiva, devido a níveis plasmáticos reduzidos do fator V caracterizada por sintomas hemorrágicos variáveis, de leves até graves.
FVIIFATOR VIIDiagnóstico de deficiência congênita e adquirida de fator VII; investigação de tempo de protrombina prolongado. 
FVIIIFATOR VIII Diagnóstico das deficiências congênita e adquirida de fator VIII
FVPCRFATOR V DE LEIDEN - DETECÇÃO DE MUTAÇÃO Avaliação de alterações da coagulação. O fenótipo de resistência à ação da proteína C ativa (PCa) está associada aos perfis genéticos heterozigoto e homozigoto para a mutação pontual G1691A do gene do fator V (Fator V de Leiden). 
FVWIFATOR DE VON WILLEBRANDDiagnóstico da DVW. A determinação da concentração plasmática do FVWAg é essencial para o diagnóstico da DVW e visa distinguir entre defeitos qualitativos e quantitativos. 
FXFATOR X Diagnóstico de deficiência congênita e adquirida de fator X; avaliação de tempo de protrombina e/ou de tempo de tromboplastina parcial ativada prolongados; avaliação da função. 
FXIIIFATOR XIIIDiagnóstico das deficiências congênita e adquirida do fator XIII, sobretudo se parciais. Doença rara, de herança autossômica recessiva, mais prevalente entre judeus ashquenazy. Entre as causas de deficiência adquirida estão anticorpos contra o fator XIII, coagulação intravascular disseminada (CID), fibrinólise primária e insuficiência hepática, que, geralmente, levam à deficiência parcial. 
G6PDGLICOSE 6 FOSFATO DEIDROGENASE Detecção precoce de deficiência da enzima glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD).
G6PDNEOGLICOSE-6 FOSF. DEIDROGENASE NEONATALConfirmação de teste de triagem neonatal alterado em recém-nascidos que apresentam icterícia persistente que não pode ser explicada por outra causa em pacientes de qualquer idade com um ou mais episódios de anemia hemolítica, no esclarecimento de determinados casos de anemia e icterícia. 
GALACGALACTOSEMIA NEONATALDetecção precoce da galactosemia. Doença autossômica recessiva, que ocorre em 1/50.000 recém-nascidos, que cursa com ausência da conversão da galactose em glicose, geralmente por deficiência da enzima galactose-1-fosfato uridil-transferase, acumulando galactose e galactose-1-fosfato. 
GASOMGASOMETRIA ARTERIALMede o pH e os níveis de oxigênio e gás carbônico no sangue de uma artéria. Esse exame é utilizado para verificar se os seus pulmões são capazes de mover o oxigênio dos alvéolos para o sangue e remover o dióxido de carbono do sangue.
GASOVGASOMETRIA VENOSAUsada para avaliar a oxigenação e o equilíbrio ácido-base. É pedida quando há um desequilíbrio ácido-base ou quando há problemas respiratórios. Podem ser pedidos outros exames ao mesmo tempo, como eletrólitos, para avaliar o equilíbrio eletrolítico, glicose, para pesquisar diabetes, e ureia e creatinina, para avaliar a função renal.
GASTRIGASTRINAAvaliação de hipergastrinemia, avaliação diagnóstica e terapeûtica de gastrinomas isolados ou associados a MEN 1 (20 a 60% dos pacientes com gastrinoma).
GGTGGT - GAMA GLUTAMIL TRANFERASEConfirmação de origem hepática quando fosfatase alcalina (FA) elevada; colestase; pós transplante hepático; neoplasias; alcoolismo, sobretudo crônico.
GHPDHGH APÓS DEXTROSOL J/30/60/90/120
GIARDPESQUISA DE GIARDIADiagnóstico de infecção por Giardia lamblia. O quadro de giardíase está clinicamente associado à diarréia crônica, flatulência, anorexia, déficit ponderal, ausência de febre e presença de trofozoítos e cistos nas fezes. É uma infecção comum no mundo todo, ocorrendo por transmissão fecal-oral (pode estar associada a surtos alimentares ou por contaminação da água).
GLCAFEGLICOSE POS CAFÉ
GLIGLICEMIAMedir a quantidade de glicose no sangue no momento da coleta.
GLIADAANTI GLIADINA IGADiagnóstico de doença celíaca. A presença de uma biópsia anormal confirma a doença, porém, o componente imunológico para a etiologia é suspeito e embora não se saiba ao certo se a sua presença dos diferentes anticorpos é primária ou secundária ao dano tecidual, as pesquisas dos anticorpos IgA (e IgG) para antigliadina, antiendomísio e antitransglutaminidase tem sido usadas como triagem, possuindo os dois últimos ensaios maior especificidade.
GLIADGANTI GLIADINA IGGDiagnóstico de doença celíaca. A presença de uma biópsia anormal confirma a doença, porém, o componente imunológico para a etiologia é suspeito e embora não se saiba ao certo se a sua presença dos diferentes anticorpos é primária ou secundária ao dano tecidual, as pesquisas dos anticorpos IgA (e IgG) para antigliadina, antiendomísio e antitransglutaminidase tem sido usadas como triagem, possuindo os dois últimos ensaios maior especificidade.
GLIADMANTI GLIADINA IGMDiagnóstico de doença celíaca. 
GLICOGLICOSURIA OU GLICOSE NA URINA (AMOSTRA ISOLADA)Ver Glicose Urinária - 24h.
GLICO24HGLICOSURIA FRACIONADA URINA 24 HORAS
GLIPCGLICEMIA POS CARGAA glicemia pós sobrecarga, ou teste oral de tolerância à glicose, é considerada o padrão-ouro para diagnosticar o diabetes mellitus. 
GLIPJGLICEMIA POS PRANDIAL (JANTA)
GLIPPGLICEMIA POS PRANDIALA glicemia pós-prandial é a medida da glicose no sangue algum tempo depois do consumo de alimentos contendo carboidratos. As concentrações de glicose começam a subir cerca de 10 minutos após o início de uma refeição.
GLISJGLICEMIA SEM JEJUM
GLIUGLICOSE URINARIA 24 HORASMonitoramento do metabolismo da glicose. A presença de níveis detectáveis de glicose na urina significa que os níveis plasmáticos excederam o limiar renal da glicose (devido ao fato de que este limiar tenha transitoriamente baixado ou ainda pelas altas concentrações séricas de glicose - o limiar renal situa-se em torno de 175-190 mg/dL).
GLLANCHEGLICEMIA POS PRANDIAL (LANCHE DA TARDE)
GORDFGORDURA FECAL, PESQUISADiagnóstico de má absorção de gordura devido a distúrbios pancreáticos ou intestinais. Monitorização do tratamento dos distúrbios de má absorção. 
HAPTOHAPTOGLOBINAUsada para detectar e avaliar anemia hemolítica, e para distinguir anemia hemolítica de anemiasresultantes de outras causas. Por outro lado, a haptoglobina não indica a causa da hemólise.
HAVIGHEPATITE A, IGGAvaliação de imunidade contra o vírus da hepatite A; avaliação de contato prévio com o vírus da hepatite 
HAVIMHEPATITE A, IGMMarcador de infecção pelo vírus da hepatite A aguda 
HBCGHEPATITE B, ANTI HBC IGGCompreende os anticorpos IgM e IgG contra o antígeno central ou nucleocapsídeo viral (core) considerado excelente marcador epidemiológico, pois no período de janela imunológica em que o HBsAg desaparece e o anti-HBs ainda não surgiu é o marcador indicador da doença.
HBCMHEPATITE B, ANTI HBC IGMMarcador de infecção aguda pelo vírus da hepatite B
HBEHEPATITE B, ANTI E (HBEAB)Avaliação da cura de hepatite e desenvolvimento da imunidade. 
HBRAGHEPATITE B - HBEAGExame auxiliar no diagnóstico de hepatite pelo vírus B.
HBGENHEPATITE B - GENOTIPAGEMEste método identifica os 6 subtipos denominados de A a F, para determinação dos mutantes pré-core/core
HBGLHEMOGLOBINA GLICOSILADAMonitoramento de controle glicêmico diabético. A glicose liga-se de forma irreversível e não enzimática a uma série de proteínas e à hemoglobina (por rearranjo de Amadori), que se torna glicosilada.
HBPCRHEPATITE B -DETECÇÃO POR PCR (QUALITATIVO)Auxilia na terapia antiviral ou imunomoduladora, bem como na monitoração da terapêutica.
HBQGENHEPATITE B -QUANTITATIVO +GENOTIPAGEMEste método tem como objetivo detectar a presença de mutações específicas nos domínios B e C da DNA polimerase viral. A presença dessas mutações M1550V, M550I e L 526M leva o paciente a ficar resistente a essas drogas. Este teste também é conhecido como resistência genotípica do VHB aos inibidores da DNA polimerase viral, sequenciamento da DNA polimerase do VHB ou pesquisa de mutação YMDD.
HBQPCHEPATITE B -QUANTIFICAÇÃO CARGA VIRAL POR PCRAvaliação e seguimento de pacientes em tratamento de hepatite B
HBSHEPATITE B, ANTI S (HBSAB)Avaliação da cura de hepatite e desenvolvimento da imunidade. 
HBSAGHEPATITE B – HBSAG Diagnóstico de Hepatite aguda ou crônica causada pelo Vírus B.
HBVHEPATITE B QUANTIFICAÇÃO POR PCR O vírus da hepatite C (HCV) é responsável pela maior parte das hepatites pós-transfusionais, antes classificadas como não-A, não-B. A determinação quantitativa do HCV-RNA não deve ser utilizada para o diagnóstico de hepatite C. A sua principal utilidade é no acompanhamento de pacientes em tratamento, uma vez que o objetivo é a negativação da carga viral. A quantificação fornece informação prognóstica, pois indivíduos com carga viral alta, têm menor chance de responder ao tratamento. 
HCHEMOGRAMA Exame de sangue para avaliar sua saúde de maneira geral e identificar possíveis desordens, como anemia, infecções e leucemia.
HCGEN HEPATITE C – GENOTIPAGEM Prognóstico e terapia. Com a introdução da terapia para as hepatites causadas pelo HCV (uso de Interferon e Ribavirina), constatou-se uma grande variabilidade quanto à resposta terapêutica obtida. Estudos recentes têm atribuído esta variabilidade à existência de tipos de HCV mais ou menos responsivos à terapia
HCPCRHEPATITE C – DETECÇÃO POR PCR (QUALITATIVO)Detecção do vírus da hepatite C estabelecendo o agente etiológico em casos de infecção aguda, quando ensaios imunodiagnósticos são não-reativos; identificação de indivíduos assintomáticos; pacientes com ELISA positivo para saber se há replicação viral (o tratamento só é indicado em pacientes virêmicos); seguir pacientes em tratamento. 
HCQPCRHEPATITE C – QUANTIFICAÇÃO CARGA VIRAL POR PCR Vírus da hepatite C - RNA viral; determinação quantitativa do vírus da hepatite C; PCR quantitativo para HCV.; hepatite C, carga vira
HCV HEPATITE C – ANTICORPODiagnóstico de infecção atual ou anterior pelo vírus da hepatite C.
HCVLPHEPATITE C - ANTICORPO (CONFIRMATÓRIO)
HCVTRHEPATITE C – TESTE RÁPIDO
HDL HDL COLESTEROL  Usado para dosar as lipoproteínas, é usado para avaliarmos os níveis de colesterol sanguíneos.
HDV HEPATITE D – HDV Avaliação de infecção pelo vírus da hepatite D. Como o vírus D depende das funções do vírus de hepatite B, o paciente é também avaliado quanto ao HBsAg e anti-HBc total.
HELICOGHELICOBACTER PYLORI, IGG  Diagnóstico de infecção pelo H pylori.
HELICOM HELICOBACTER PYLORI, IGM O exame decta anticorpos IgA, IgG e IgM contra o H pylori.
HEMOC24HEMOCULTURA APÓS 24 HORAS
HEMOC5DHEMOCULTURA APÓS 5 DIAS
HEMOC72 HEMOCULTURA APÓS 72 HORAS
HEMOCULHEMOCULTURA Exame especialmente útil em casos de febre de origem obscura.  Isolamento, identificação e determinação de perfis de sensibilidade a antibióticos de agentes causadores de bacteremia.
HEMOGNEO PESQUISA DE HEMOGLOBINA (S), (C) E (D)
HERPCR HERPES SIMPLES 1 E 2 VIRUS PCR O método que permite a detecção do agente etiológico é a pesquisa do ácido nucléico viral no líquor.
HERPSG HERPES SIMPLES 1 E 2 – ANTICORPO IGGDiagnóstico de herpes tipo 1 e 2. ( tipo 1 ; face e tronco e tipo 2 infecções da genitália, porém ambos podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas).
HERPSMHERPES SIMPLES 1 E 2 – ANTICORPO IGM Diagnóstico de herpes tipo 1 e 2. ( tipo 1 ; face e tronco e tipo 2 infecções da genitália, porém ambos podem infectar qualquer área da pele ou das mucosas).Os testes imunoenzimáticos para pesquisa de anticorpos IgG e IgM são mais sensíveis e diferenciam a fase crônica da aguda.
HERPZGHERPES ZOSTER – ANTICORPO IGG Diagnóstico de varicela zoster. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.
HERPZM HERPES ZOSTER – ANTICORPO IGMDiagnóstico de varicela zoster. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente
HERPZPCR VARICELA ZOSTER VIRUS PCRDiagnóstico de varicela e herpes zoster.
HGHHORMONIO DO CRESCIMENTOA dosagem de GH tem seu principal uso durante testes de supressão e estímulo para o diagnóstico de acromegalia/gigantismo e de deficiência de GH, respectivamente. Devido à característica de pulsatilidade hipofisária, o resultado de uma dosagem basal é de pouca utilidade. 
HGHE HORMONIO DO CRESCIMENTO BASAL E PÓS EXERCICIOSuspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura.
HISTONANTICORPOS ANTI HISTONA Avaliação de pacientes com a suspeita clínica de Lúpus induzido por drogas.
HIVANTI HIV I E II
HIVDPCR HIV 1 – DETECÇÃO POR PCR (QUALITATIVO)Detecção do ácido nucléico do HIV é especialmente indicada para a confirmação precoce do diagnóstico de infecção pelo HIV em recém-nascidos de mães infectadas Poe este vírus. Outras aplicações são: após episódios de possíveis contaminações pelo HIV, visando detectar o mais precocemente possível a presença do vírus. Possui utilização também na resolução de resultados sorológicos indeterminados.
HIVGEN HIV – GENOTIPAGEM Pacientes infectados por HIV-1 que exibem fracasso à terapia anti-retroviral e apresentam níveis de RNA viral superiores a 1.000 cópias por mililitro de sangue. Amostras com valores inferiores podem apresentar quantidades insuficientes de cDNA para as reações de amplificação e sequenciamento nucleotídico. Heterogeneidade genética viral e inibidores endógenos também podem impedir a obtenção de resultados favoráveis. O paciente deve estar usando a medicação pois as mutações deixam de ser detectadas após a suspensão do medicamento. 
HIVLPANTI – HIV I E II (CONFIMATÓRIO)Usado para triagem e diagnóstico da infecção pelo HIV. A monitoração do sistema imunológico e o tratamento precoce podem melhorar muito a saúde dos pacientes a longo prazo. O diagnóstico da infecção também é útil para orientar uma mudança de hábitos que colocam outras pessoas em risco.
HIVP24HIV 1 E 2 PESQUISA DE ANTIGENO E ANTICORPOS
HIVPCHIV – QUANTIFICAÇÃO CARGA VIRAL POR PCR Utilizado como parâmetro para acompanhamento da evolução da infecção pelo HIV.
HLAB27HLAB27 – DETECÇÃO POR PCR (CROSS MATCH)A presença do antígeno HLA B27 está fortemente associada à doença espondilite anquilosante. Porém, a obtenção de um resultado positivo não indica a confirmação da doença (em aproximadamente 10% dos indivíduos normais o HLA B27 está presente). Portanto, este antígeno leucocitário não é um marcador da espondilite anquilosante, podendo ser utilizado apenas como recurso diagnóstico naqueles pacientes com achados clínicos e radiológicos sugestivos da doença.
HOMOCI HOMOCISTEINAAvaliação do risco cardiovascular; avaliação de erro inato do metabolismo (homocistinúria).
HOMOV ACIDO HOMOVANILICO 24 HORAS A principal indicação da determinação do ácido homovanílico consiste na investigação diagnóstica de pacientes com suspeita de neuroblastoma, dos quais 90-95% secretam ácido homovanílico em excesso.
HTLVANTI HTLV I E II Rastreamento das infecções pelo vírus HTLV 1 e 2. Os vírus HTLV 1 e 2 são pertencentes à família dos Retrovirus, não estando associados a infecções pelo HIV. Em 95% dos casos ocorre infecção desprovida de alterações clínicas. Nos 5% restantes, pode haver evolução para leucemia de células T (em adultos), parapresia tropical espástica e doenças crônicas musculares. Os testes enzimáticos não distinguem entre HTLV 1 e HTLV 2. 
IGAIGA – IMUNOGLOBULINA A Auxílio diagnóstico e acompanhamento em doenças que cursam com aumento ou redução dos níveis de IgA, como na deficiência de IgA, doenças autoimunes e mieloma, entre outras. 
IGD IMUNOGLOBULINA D Ocorre em pequenas quantidades e tem significado fisiológico ainda duvidoso em pacientes com mieloma IgD que é raro, correspondendo a menos de 1% dos casos. 
IGE IMUNOGLOBULINA EÉ usada preferencialmente em pacientes nos quais o teste cutâneo não possa ser realizado como: presença de dermografismo, ictiose ou eczema generalizado; uso de anti- histamínicos ou corticóide que possam afetar a leitura do teste cutâneo; pacientes não cooperativos; em indivíduos com risco de anafilaxia.
IGFBP3IGFBP3 - PROTEINA LIGADORA IGF-TIPO3Avaliação de várias situações clínicas (atraso no crescimento, acromegalia, estado nutricional). A secreção de GH (hormônio do crescimento) flutua ao longo do dia, tendo uma meia vida de 15 a 20 minutos. As concentrações de IGFBP-3 têm uma variação diária muito pequena, podendo oferecer informação mais segura e útil. 
IGGIGG - IMUNOGLOBULINA GÚtil na avaliação da imunidade humoral e no auxílio diagnóstico e acompanhamento de mieloma da classe IgG, diagnosticado à eletroforese por pico monoclonal. A dosagem no liquor é Indicada em infecções do sistema nervoso central, neoplasias primárias do tecido encefálico, ou metástases e doença neurológica primária, em particular esclerose múltipla.
IGMIGM – IMUNOGLOBULINA M Avaliação da imunidade humoral; útil na avaliação de infecções agudas, por ser o primeiro anticorpo a se formar em reposta ao estímulo antigênico; útil na monitoração da terapia para macroglobulinemia de Waldenstron e neoplasias linfocíticas; avaliação de IgM no liquor 
ILHOTAANTICORPO ANTI ILHOTASua principal indicação é em confirmação diagnóstica do diabetes mellitus auto-imune, sobretudo de início tardio ou LADA (diabetes autoimune latente do adulto, predição do desenvolvimento de diabetes em parentes de primeiro grau de pacientes diabéticos do tipo 1,hiperglicemia transitória da infância e diagnóstico de recorrência de insulite auto-imune em diabéticos transplantados pancreáticos e monitoração durante o curso de imunoterapia. 
IMUNOESIMUNOHISTOQUIMICOReconhecer antígenos e assim identificar e classificar células específicas dentro de uma população celular morfologicamente heterogênea (ou aparentemente homogênea).
INIBC1INIBIDOR DE C1 ESTERASE FUNCIONAL Avaliação de edema angioneurótico hereditário (doença autossômica dominante). 
INSULINSULINA BASAL Diagnóstico de insulinoma; avaliação de hipoglicemias. 
INSULPINSULINA POS PRANDIAL
INSULPCINSULINA PÓS CARGA
ISOSPISOSPORA BELLI – PESQUISA Utilizado para o diagnóstico de isosporíase, através da visualização dos oocistos. 
JO1ANTI JO – 1Relacionado como marcador de polimiosite. Na confirmação de padrão citoplasmático pontilhado fino encontrado na pesquisa de autoanticorpos em Células HEp-2 (FAN). 
KPOTASSIOAvaliação dos distúrbios hidroeletrolíticos e ácidobásicos.
K24POTASSIO NA URINA 24 HORAS ·         Útil na avaliação do balanço hidroeletrolítico e acidobásico. Sua maior aplicação reside no diagnóstico diferencial das hipocalemias, no sentido de separar as de causa renal daquelas de origem não-renal. 
KUPOTASSIO NA URINA ISOLADA
KU24POTASSIO URINARIO 24 HORAS Ver Sódio e Potássio Urinário - 24h.
LATEXFATOR REUMATOIDE (LATEX)Diagnóstico de artrite reumatóide, síndrome de Sjögren e crioglobulinemia mista. Investigação de outros tipos de artrites e espondiloartropatias. 
LDL LDL COLESTEROL Avaliação de dislipidemias; avaliação de risco para doença coronariana. As lipoproteínas de baixa densidade (LDL - low density lipoproteins) são sintetizadas no fígado, sendo responsáveis pelo transporte do colesterol a partir do fígado para os tecidos periféricos.
LEISHG LEISHMANIA – ANTICORPOS IGM Confirmação laboratorial em quadro de leishmaniose visceral
LEISHIMLEISHMANIA – ANTICORPOS IGM Confirmação laboratorial em quadro de leishmaniose visceral
LEISHMLEISHMANIOSE VISCERAL
LEPTLEPTINA ·         A leptina é um hormônio peptídico , produzido principalmente pelos adipócitos ou células gordurosas, sendo que sua concentração varia de acordo com a quantidade de tecido adiposo. Na obesidade, os níveis de leptina estão aumentados. Além de seu conhecido efeito sobre o controle do apetite, evidências atuais demonstram que a leptina está envolvida no controle da massa corporal, reprodução, angiogênese, imunidade, cicatrização e função cardiovascular.
LEPTOGLEPTOSPIROSE IGGDiante da suspeita clínica de leptospirose bem como no diagnóstico diferencial das síndromes febris (como a dengue). 
LEPTOG2 LEPTOSPIROSE – AGLUTINAÇÃO
LEPTOM LEPTOSPIROSE IGM Diagnóstico sorológico de infecções por Leptospira sp. A sorologia para o diagnóstico é de grande importância, uma vez que as manifestações clínicas da doença são polimórficas, dificultando, na maioria das vezes, a confirmação diagnóstica. Os anticorpos IgM são detectados 4 a 5 dias após os sintomas clínicos, podendo permanecer durante meses. O diagnóstico de leptospirose se baseia na história, no quadro clínico e nos resultados dos exames laboratoriais solicitados.
LEPTOSLEPTOSPIROSE – SORO AGLUTINAÇÃOA reação de soroaglutinação microscópica é o método mais sensível e específico para o diagnóstico da leptospirose, sendo o método de escolha recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Utiliza antígenos vivos de cepas representativas de cada sorotipo. As aglutininas surgem na primeira ou segunda semana de doença com pico na terceira ou quarta semanas. O teste é considerado positivo na maior diluição que aglutinar 50% ou mais das leptospiras visualizadas por meio de microscopia de campo escuro.
LEUCO LEUCOGRAMA – LIQUIDO PLEURAL Análise do líquido pleural é usada para diagnosticar a causa de inflamação na pleura (pleurite) e/ou acúmulo de líquido no espaço pleural 
LEUCOF LEUCOCITOS FECAIS, PESQUISA Leucócitos não são encontrados normalmente no material fecal, razão pela qual sua presença indica processo infeccioso (invasão tissular) ou inflamatório do trato intestinal. - Leucócitos fecais em número aumentado costumam ser indicativos da presença de E. coli invasora, Salmonella, Shigella, e Yersinia, assim como de amebíase, colite ulcerativa, colite associada a antibiótico, colite pseudomembranosa e doenças inflamatórias intestinais idiopáticas. - Em algumas infecções bacterianas, infecções virais e giardíase, podemos não detectar presença de leucócitos nas fezes.
LEUCOGLEUCOGRAMA Indica o número de neutrófilos, bastões ou segmentados, linfócitos, monócitos, eosinófilos e basófilos presentes no sangue.
LEVE LEVEDURAS
LHLH- HORMONIO LUTEINIZANTEInvestigação da infertilidade feminina e masculina, amenorreia, oligomenorreia e outras irregularidades do ciclo menstrual, início da puberdade, puberdade precoce e monitoração do tratamento para estimulo da ovulação.
LILITIOMonitoramento dos níveis de lítio em pacientes medicados com carbonato de lítio (monitorização terapêutica do lítio).
LIPALIPASEDiagnóstico de pancreatites. A lipase tem sensibilidade e especificidade maior que a amilase para o diagnóstico de pancreatites (em parotidites não está aumentada). Valores aumentados: pancreatites (permanece elevada mais tempo que a amilase em fase aguda de pancreatite), cistos ou pseudocistos pancreáticos, peritonites.
LIPIDLIPIDOGRAMA Útil para no diagnóstico, no tratamento e no acompanhamento das disfunções metabólicas dos lipídios (dislipidemias), frequentemente associadas a quadros de obesidade.
LKM1ANTI LKM 1 Na avaliação de doenças hepáticas de etiologia desconhecida, bem como marcadores de hepatite autoimune do tipo 2. 
LT LIPIDIOS TOTAIS·         Uso: sem valor diagnóstico isoladamente.
LUPICOANTICORPOS ANTI COAGULANTE LUPICO Os anticoagulantes lúpicos (LAC), assim como os anticorpos anticardiolipina (ACA), são imunoglobulinas antifosfolipídicas heterogêneas, pertencentes às classes IgG, IgM ou IgA, que interferem nos testes de coagulação fosfolipíde-dependentes
LYMEGANTICORPOS IGG ANTI BORRELIA BURGDORFERI - LYMEExame útil no diagnóstico de infecção causado pela espiroqueta Borrelia burgdorferi, transmitida pelo carrapato , e leva à doença Lyme. 
LYMEM ANTICORPOS IGM ANTI BORRELIA BURGDORFERI - LYMEExame útil no diagnóstico de infecção causado pela espiroqueta Borrelia burgdorferi, transmitida pelo carrapato , e leva à doença Lyme. 
MACROPMACROPROLACTINAPesquisa de PRL elevada, geralmente em pacientes sem manifestações clínicas.
MAGNMAGNESIO Avaliação de distúrbios hidro-eletrolíticos. É o quarto mais abundante cátion no organismo e 1% está contido no líquido extracelular.
MAGNUMAGNESURIA 24 HORASAvaliação de distúrbios hidroeletrolíticos (normalmente associada a hipocalcemia e hipopotassemia), alterações da absorção intestinal, pancreatite, insuficiência renal e monitoramento do tratamento com magnésio durante a toxemia gravídica. Os níveis de magnésio devem ser avaliados durante o tratamento de longa duração com medicamentos que diminuem os níveis deste elemento como a cisplatina, anfotericina B, aminoglicosídeos e furosemida.
MALAGMALARIA – ANTICORPOS IGG·         Pesquisa de anticorpos IgG e IgM contra Plasmodium spp.
MALAMMALARIA – ANTICORPOS IGM ·         Pesquisa de anticorpos IgG e IgM contra Plasmodium spp.
MALARMALARIA, ANTICORPOS IGG E IGM ·         Pesquisa de anticorpos IgG e IgM contra Plasmodium spp.
MAND ACIDO MANDELICO (ETIL BENZENO)Determinação do ácido mandélico e do ácido fenilglioxílico é realizada para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno. Níveis elevados destes metabólitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto.
MANGA MANGANES SANGUINEO Avalia possível toxicidade em trabalhadores de fabricação de ligas metálicas, soldadores, de indústria de cerâmica e de vernizes. 
MANGASMANGANES SERICO Avaliação de toxicidade pelo Mn. O exame pode ser realizado no sangue ou na urina, sendo esta última geralmente a utilizada para finalidade ocupacional.
MANGAU MANGANES URINARIOAvaliação de toxicidade pelo Mn. O exame pode ser realizado no sangue ou na urina, sendo esta última geralmente a utilizada para finalidade ocupacional.
MDMICOLOGICO DIRETO
MERCS MERCURIO SANGUINEO Utilizado na investigação de intoxicação por exposição aos vapores de mercúrio e seus sais inorgânicos, que geralmente ocorre durante o trabalho de mineração do ouro e a produção da soda cáustica.
MEUCUMERCURIO URINARIO  Avaliação da intoxicação por mercúrio.
METAMETANOL URINARIO Detecção de toxicidade pelo metanol utilizado em sínteses orgânicas e como solvente de tintas, resinas, tinturas, adesivos e corantes; na composição de tintas e removedores, esmaltes, vernizes, misturas anticongelantes, combustíveis, como gasolina e álcool; na manufatura de filme fotográfico, plástico, celulóide, sabão para tecidos, couro artificial, índigo sintético, formulações impermeabilizantes, vidro inquebrável. 
METAH METAHEMOGLOBINA – MHB  Exame útil para monitorização de indivíduos profissionalmente expostos a anilina e/ou nitrobenzeno. 
METAN METANEFRINAS URINARIA 24 HORAS Diagnóstico e avaliação de feocromocitoma; diagnóstico de tumores produtores de catecolaminas; diagnóstico de hipotensão postural.
MG MACHADO GUERREIRO Útil no diagnóstico da infecção pelo Tripanossoma cruzi, que pode corresponder a doença de Chagas ou a quadros de infecção latente, sem qualquer expressão clínica. Reações falso positivas ocorrem com freqüência em pacientes com leishmaniose.
MICRO12MICROALBUMINURIA 12 HORASÉ o nome dado a detecção de pequenas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24h) que tem importância no diagnóstico e na evolução da nefropatia diabética por indicar lesão potencialmente reversível. Também utilizada para detecção de albuminúria em pacientes com pré-eclampsia, hipertensão e lupus eritematosoo. Em geral, prediz em 1 a 5 anos o aparecimento de proteinúria franca. Tratamento clínico rigoroso pode retardar o aparecimento e a progressão da microalbuminúria. Excreção elevada pode ser encontrada em grávidas, após exercícios físicos, em quadros inflamatórios e infecciosos, na infecção urinária, na presença de hematúria e proteinúria postural benigna. Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletadas em 12 ou 24 horas. Variações individuais de até 30% podem ocorrer. Na presença de proteinúria franca, valores de microalbuminúria podem ser falsamente baixos devido a ocorrência de "efeito gancho".
MICROALB MICROALBUMINURIA Avaliação de função glomerular renal.
MICROS MICROSPORIDEOS, PESQUISAUsado para o diagnóstico complementar das infecções causadas por protozoários do filo Microspora.
MICROUMICROALBUMINURIA NA URINA ISOLADA Avaliação de função glomerular renal.
MITOCOANTI MITOCONDRIADiagnóstico de cirrose biliar primária CBP).
MONONU MONONUCLEOSE (TESTE RÁPIDO)Diagnóstico da mononucleose infecciosa; pesquisa de anticorpos heterófilos.
MONOTEST MONOTESTE
MUC MUCOPOLISSACARIDEOS – PESQUISA Excreção aumentada de mucopolissacarídeos ou glicosaminoglicanas ocorre nas mucopolissacaridoses (formas de doenças do depósito lisossomal). São um grupo de doenças congênitas resultantes da deficiência de enzimas responsáveis pela degradação dos mucopolissacarídeos do tecido conjuntivo.
MUCDMUCOPOLISSACARIDEOS – DOSAGEM
MUSEST ANTI MUSCULO ESTRIADOA miastenia gravis (MG) é uma doença neuromuscular caracterizada por fraqueza e fadiga da musculatura esquelética, adquirida e de caráter autoimune em que há comprometimento da transmissão neuromuscular provocado por uma diminuição do número das junções devido a ataque mediado por autoanticorpos, embora os tratamentos disponíveis sejam efetivos, a cura permanece elusiva. Indicação: Considerados testes de segunda linha no diagnóstico de Miastenia Gravis. Recomenda-se sua utilização no caso da triagem inicial negativa realizada com os testes considerados como de primeira linha. 
MUSLIANTICORPOS ANTI MUSCULO LISO Avaliação de pacientes com doença hepática crônica, nos quais haja suspeita diagnóstica de hepatite autoimune crônica ativa. 
MYCOIGGMYCOPLASMA PNEUMONIAE IGG, ANTICORPOS Diagnóstico de Infecções do trato respiratório principalmente com apresentação clínica sugestiva de pneumonia atípica.
MYCOIGM MYCOPLASMA PNEUMONIAE IGM, ANTICORPOS Útil para o diagnóstico das infecções causadas pelo Mycoplasma pneumoniae e é o mais sensível e específico para a investigação da infecção causada por este microorganismo.
MYCOPLMYCOPLASMA – CULTURA Diagnóstico das uretrites e vaginites. O Ureaplasma urealyticum e o Mycoplasma hominis são micoplasmas genitais. 
NA SODIO Avaliação dos distúrbios hidroeletrolíticos e ácido básicos.
NAUSODIO URINARIO 24 HORAS Avaliação dos distúrbios hidroeletrolíticos e ácido básicos; diagnóstico diferencial entre oligúria pré-renal e renal.
NAUR SODIO URINARIO (ISOLADA) Avaliação dos distúrbios hidroeletrolíticos e ácido básicos; diagnóstico diferencial entre oligúria pré-renal e renal.
NIQUEL NIQUEL URINARIO Diagnóstico de intoxicação por níquel.
NIQUELSNIQUEL SANGUINEO
NUCLEO ANTICORPOS ANTI NUCLEOSSOMOMarcador de LES.
NUCLEOT5 NUCLEOTIDASEDeterminação de doenças hepatobiliares. Confirmação da origem hepática da fosfatase alcalina elevada, em especial em gestantes e crianças.
OBSHCOBSERVAÇÕES DO HEMOGRAMA
OSMOLOSMOLALIDADEFornece um retrato do número de solutos presentes no sangue (soro), urina ou fezes. É solicitado no auxílio da avaliação do balanço hídrico do organismo ou de sua capacidade de produzir e concentrar urina, para ajudar na investigação de baixos níveis de sódio (hiponatremia), na detecção da presença de toxinas, entre elas o metanol e o etilenoglicol, e na monitoração de terapias medicamentosas osmoticamente ativas, entre elas o manitol, usado no tratamento de edema cerebral. Também é feito para auxiliar na monitoração da eficácia do tratamento de quaisquer doenças/estados clínicos que possam estar afetando a osmolalidade do indivíduo.
OSMOL 24OSMOLALIDADE URINA DE 24 HORAS  Acompanhamento de doenças renais, SIADH, diabetes insipidus e avaliação de desidratação.
OSMOL51OSMOLALIDADE NO SANGUE Avaliação da desidratação, balanço hidrossalino, balanço ácidobásico função do ADH, estados hiperosmolares, intoxicação exógena por água. 
OXCARBOXCARBAZEPINA Utilizado para monitoração de dose de agente terapêutico pertencente à classe dos antiepilépticos. 
PCRPROTEINA C REATIVA Análise de sangue, que consiste na dosagem da concentração sanguínea da proteína C reativa. Um valor elevado sugere a existência de um processo inflamatório em curso. A PCR, porém, é um exame inespecífico; ela é capaz de apontar precocemente a existência de uma inflamação/infecção, mas é incapaz de dizer a sua origem, ou seja, ela não serve para identificar qual é a doença que está provocando o quadro.
PCRHIV QUANTIFICAÇÃO POR PCR HIV Útil para o monitoramento de pacientes infectados pelo HIV-1 submetidos à terapêutica anti-retroviral. 
PCRU PCR – PROTEINA C REATIVA ULTRASENSIVEL Marcador de fase aguda de processos infecciosos ou inflamatórios; seguimento terapêutico das doenças reumáticas em geral. fator de risco isolado de risco coronariano.
PENZA TESTE DO PEZINHO AMPLIADO Detecta, além das doenças do teste comum, enfermidades como a hiperplasia adrenal congênita, a galactosemia, a toxoplasmose congênita, a deficiência da biotinidase, entre outras.
PENZBTESTE DO PEZINHO BASICO Ajuda a reconhecer apenas quatro doenças, que são a fenilcetonúria, o hipotireodismo congênito, as hemoglobinopatias e a fibrose cística, que podem causar graves danos à saúde do bebê, se não tratadas.
PEPCPEPTIDEO C Usado para monitorar a produção de insulina e para ajudar a determinar a causa de níveis baixos de glicose no sangue (hipoglicemia).
PHPH Triagem para gordura nas fezes, avaliação de má absorção de gordura e deficiência de sacaridases intestinais.
PKUPKU – FENILALANINA NEONATAL Utilizado para triagem da fenilcetonúria (PKU). A PKU é a mais frequente das aminoacidopatias.
PLPROVA DO LAÇO Feito em casos de suspeita de dengue, que ajuda a identificar o risco de a pessoa estar realmente com a doença, uma vez que avalia a fragilidade dos vasos sanguíneos, que está aumentada nos casos de dengue.
PLASMINOPLASMINOGENIOUsado para avaliar os níveis de plasminogênio em uma amostra de plasma. Durante a fibrinólise, a plasmina dissolve coágulos de fibrina para evitar coagulação excessiva e fluxo sanguíneo prejudicado.
PLASMODPLASMODIUM – PESQUISA A pesquisa em sangue periférico é indicada no diagnóstico de malária. 
PORFO PORFOBILINOGENIO – PESQUISADiagnóstico da porfiria aguda intermitente.
PROBJ24PROTEINA BENCE JONES 24 HORAS Diagnóstico de síndromes mielomatosas.
PROGPROGESTERONA Diagnóstico da ovulação; avaliação funcional do corpo lúteo; monitoramento da terapia de substituição da progesterona. 
PROLPROLACTINAAvaliação de tumores hipofisários (prolactinomas) e controle pós-tratamento; anormalidades hipotalâmicas; estudos de infertilidade, amenorréia, galactorréia e impotência.
PROTBJPROTEINA BENCE JONES – PESQUISA Diagnóstico de síndromes mielomatosas. A proteína de Bence Jones é uma imunoglobulina, composta por dímero de cadeias leves (kappa ou lambda) de baixo peso molecular, sintetizada por plasmócitos, com uma clássica característica de solubilidade (coagulação entre 40ºC-60ºC e solubilização a 100ºC)
PROTCPROTEINA C FUNCIONAL Diagnóstico das deficiências de proteína C, que se associam a quadros de trombose (congênitas ou adquiridas).
PROTI PROTEINÚRIA – AMOSTRA ISOLADAAvaliação da perda protéica urinária; indicador de doença renal. Habitualmente indivíduos normais não apresentam proteinúria.
PROUPROTEINÚRIA 24 HORAS Avaliação de doenças renais. A proteinúria não é uma doença; trata-se de um marcador clínico, indicando a existência de uma anormalidade renal evidente.
PROU12PROTEINÚRIA – DOSAGEM (12 HORAS)
PSAPSA TOTALDiferenciação entre HBP (hiperplasia benigna da próstata) e câncer de próstata. O uso da dosagem de PSA livre/PSA total pode reduzir o número de biópsias desnecessárias em pacientes com níveis de PSA total entre 4,0 e 10,0 ng/mL. Níveis >25% (0.25): sugestivo de hipertrofia benigna. Níveis 70 anos 0-6.5 ng/mL Bibliografia: Caplan A, Kratz A.
PSAL PSA LIVRE Diferenciação entre HBP (hiperplasia benigna da próstata) e câncer de próstata.
PTPROTEINAS TOTAIS Mede a quantidade total de dois tipos de proteínas existentes no corpo: albumina e globulina. O teste faz parte da bateria rotineira de exames de avaliação da saúde (checkup). Pode também ser feito quando há perda de peso inesperada, fadiga, ou sintomas de doenças renais (dos rins) ou hepáticas (do fígado).
PTFPROTEINAS TOTAIS E FRAÇÕES Avaliação das hipoproteinemias e hiperproteinemias.
PTH PTH - PARATORMONIODiagnóstico diferencial das hipercalcemias, hiperparatireoidismo primário, hiperparatireoidismo secundário, hipoparatireoidismo e pseudohipoparatireoidismo.
R201FOLHA DE TABACO – RAST 201Detecção de possíveis respostas alérgicas a várias substâncias específicas ambientais, de natureza animal ou vegetal ou mesmo sintética, respiratórias ou alimentares; diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma.
RC RETRAÇÃO DO COAGULO Auxílio diagnóstico na Trombastenia de Glanzmann, na qual a retração é praticamente nula. Também encontra-se reduzida nas plaquetopenias graves, doença de Von Willebrand e hiperfibrinogenemia.
RC1PENICILINA G – RAST C1Detecção de possíveis respostas alérgicas a várias substâncias específicas ambientais, de natureza animal ou vegetal ou mesmo sintética, respiratórias ou alimentares; diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma.
RC2PENICILINA V – RAST C2 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RC201CEFALOSPORINA – RAST C201
RC206 RAST 206 – ACTH Diagnóstico de desordens do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, como doença de Cushing, doença de Addison, síndrome de secreção ectópica do ACTH (nas quais se encontra em níveis elevados), adenoma e carcinomas adrenais (nos quais se encontra reduzido). 
RC207RAST 207 – ACIDO ACETILSALICILICO Detecção de possíveis respostas alérgicas a várias substâncias específicas ambientais, de natureza animal ou vegetal ou mesmo sintética, respiratórias ou alimentares. Diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma.
RC209RAST 209 – PARACETAMOL Detecção de possíveis respostas alérgicas a substâncias sintéticas. Diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma.
RC212IGE ESPECIFICO PARA ERITROMICINA (C212)Detecção de possíveis respostas alérgicas a substâncias sintéticas. Diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma. 
RC223RAST C223 – SULFAMETOXAZOL Detecção de possíveis respostas alérgicas a substâncias sintéticas. Diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma. 
RC231RAST C231 – ARTICAINA
RC232RAST C232 – XYLOCAINA (LIDOCAINA)Diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma. 
RC233RAST C233 – MEPIVACAINA
RC243RAST C243 – TIOPENTAL
RC279TARTRAZINA – RAST C279Detecção de possíveis respostas alérgicas a substâncias sintéticas. Diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma
RC279IRAST – TARTRAZINA (INGLÊS)
RC281RAST 281 - DICLOFENACO DE SÓDIO Útil para complementar o diagnóstico clínico de alergia.
RC286 RAST 286 – IBUPROFEN Detecção de possíveis respostas alérgicas a substâncias sintéticas.
RC303RAST 303 – PROCAINA (NOVOCAINA)Detecção de possíveis respostas alérgicas a substâncias sintéticas. Diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma.
RC307 RAST 307 - CIPROFLOXACINA Detecção de possíveis respostas alérgicas a substâncias sintéticas. Diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma.
RC5AMPICILINA – RAST C5 Utilizado para identificar o alergeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RC6AMOXICILINA – RAST C6 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RC616IGE ESPECIFICO PARA IODO (C616)Detecção de possíveis respostas alérgicas a substâncias sintéticas. Diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma. 
RC7CEFACLOR – RAST C7
RC70 INSULINA PORCINA – RAST C70Este teste é utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. 
RC71INSULINA BOVINA – RAST C71Este teste é utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. 
RC73INSULINA HUMANA – RAST C73Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RC74GELATINA – RAST 74
RD1DERMATOPHAGOIDES PTERONYSSINUS – RAST D1Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RD1IDERMATOPHAGOIDES PTERONYSSINUS – RAST D1 (INGLES)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RD2DERMATOFAGOIDES FARINAE – RAST D2 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RD201BLOMIA TROPICALIS – RAST D201Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RD201IBLOMIA TROPICALIS – RAST D201 (INGLES)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RD2I RAST D2 - DERMATOFAGOIDES FARINAE (INGLES)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RD3DERMATOPHAGOIDES MICROCERAS – RAST D3
RD70 ACARUS SIRO – RAST D70 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RD71LEPIDOGLYPHUS DESTRUCTOR – RAST D71
RD73GLYCYPHAGUS DOMESTICUS – RAST D73
RD74EUROGLYPHUS MAYNEI – RAST D 74 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RE1CASPA E PELO DE GATO – RAST E1Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RE2PELO DE CÃO – RAST E2 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RE3CASPA DE CAVALO – RAST E3Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RE4PELO DE VACA – RAST E4Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RE5IGE ESPECIFICO PARA CASPA DE CÃO (E5)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RE70IGE ESPECIFICO PARA PENAS DE GANSO Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RE78PENAS DE PERIQUITOS – RAST E78 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RE85PENAS DE GALINHA – RAST E85Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RENRENINA Observa-se aumento em: - Aldosteronismo secundário (hipertensão grave de origem renal) - Doença de Addison -Dieta pobre em sódio, administração de diuréticos, hemorragias -Insuficiência renal crônica - Perda de sais em decorrência de doenças gastroentéricas -Tumores renais que sintetizam renina. - Hipertensão -Hipopotassemia - Síndroma de Bartter (altos níveis de renina sem hipertensão). - Estenose da artéria renal. Há diminuição dos níveis em: -Aldosteronismo primário -Retenção de sais em decorrência de terapia esteróide - Terapia com vasopressina - Hiperplasi a supra-renal congênita com deficiência de 17-hidroxilase.
RET RETICULOCITOS , CONTAGEM O número absoluto de reticulócitos é uma medida da eritropoese e, normalmente, o sangue tem 1 reticulócito para cada 100 eritrócitos. Quando há anemia ou hipoxemia ocorre aceleração da proliferação de eritroblastos com maior liberação de reticulócitos para a periferia
REUMATO PERFIL REUMATOLOGICO
REX1PELOS DE GATO, CAVALO, VACA E CÃO – RAST EX1Este teste é utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo
REX2PELOS DE GATO, CÃO, RATAZANA E RATO – RAST EX2Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RF1OVO (CLARA) – RAST F1Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF10GERGILIM – RAST F10Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF105CHOCOLATE – RAST F105Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF11TRIGO NEGRO – RAST F11Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF12ERVILHA- RAST F12Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF13AMENDOIN – RAST F13Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF14SOJA – RAST F14Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF15FEIJÃO BRANCO – RAST F15Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF17AVELÃ – RAST F17Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF18CASTANHA DO PARÁ – RAST F18Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF19MEL – RAST F19Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF2LEITE – RAST F2Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF20AMÊNDOA – RAST F20 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF201NOZ PECÃ – RAST F201Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF202CAJU – RAST F202Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF203PISTACHO – RAST F203Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF204TRUTA – RAST F204Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF207MEXILHÃO – RAST F207Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF208LIMÃO - RAST F208 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF21MARACUJÁ – RAST F21Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF210ABACAXI – RAST 210Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF214ESPINAFRE – RAST F214Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF215ALFACE - RAST F215Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF218PAPRICA – RAST F218Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF225ABÓBORA – RAST F225Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF23CARANGUEIJO/SIRI – RAST F23Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF231LEITE FERVIDO – RAST F231Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF232OVO ALBUMINA – RAST F232Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF233OVOMUCÓIDE – RAST F233Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF234LACTOSE (PROTEINAS DO LEITE) – RAST 234Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF235LENTILHA – RAST F235Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF24CAMARÃO – RAST F24Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF242CEREJA – RAST 242Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF244PEPINO – RAST F244Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF245OVO – RAST F245Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF24IRAST 24 – CAMARÃO (INGLES)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF25TOMATE – RAST F25Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF254SOLHA – RAST F54Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF255AMEIXA – RAST F255Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF256NOZ – RAST F256Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF259UVA – RAST F259Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF26CARNE DE PORCO – RAST F 26Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF260BRÓCOLIS – RAST F260Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF262IGE ESPECIFICO – (262) ALIMENTOS BERINJELA Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo. Dependendo dos sintomas e do quadro relatado pela pessoa, pode ser realizada a pesquisa de anticorpos IgE específicos contra diferentes painéis de alérgenos mais comuns, quando não houver uma suspeita do provável agente alergênico, ou contra alérgenos específicos isolados, quando existir forte suspeita de alguma substância causadora do quadro alérgico.
RF88CARNE DE CARNEIRO – RAST F88 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RF89MOSTARDA – RAST F89Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RF9ARROZ – RAST F9Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RF90RAST F90 – MALTE Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RF91RAST F91 – MANGA Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RF92RAST F92 – BANANA Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RF93RAST F93 – CACAU Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RF94RAST F95 – PÊRAUtilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RF95RAST F96 – PÊSSEGOUtilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RF96RAST F97 – ABACATE Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RFX1RAST FX1 – AMENDOIN, AVELÃ, CASTANHA PARA, COCO, AMEN.Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RFX2RAST FX2 – BACALHAU, CAMARÃO, SALMÃO, ATUM, MEXILHÃOUtilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RFX3RAST FX3 – TRIGO, AVEIA, MILHO, GERGILIN E TRIGO N Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RFX5ALIMENTOS - RAST FX5Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RFX8RAST – FX8 Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG1RAST G1 – FENO DE CHEIRO (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG10 RAST G10 – ZABURRO DE ALEPO (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG11RAST G11 - BROMUS INERMIS (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG12RAST G12 – CENTEIO (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG14RAST G14 – AVEIA (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG15RAST G15 – TRIGO (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG17RAST G17 – PASPALUM NOTATUM (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG2RAST G2 – GRAMA (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG202RAST G202 – MILHO (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG3RAST G3 – PANASCO (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG4RAST G4 – SARGASSO BRAVO Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG5RAST G5 – AZÉVEM (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG6RAST G6 – RABO DE GATO (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RG8RAST G8 – ERVA DE FEBRA (GRAMINEAS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RGX1POLEN DE GRAMINEAS – RAST GX1Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RGX2POLEN DE GRAMINEAS – RAST GX2Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RH FATOR RH Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RH1RAST H1 – GREER LABS (PÓ DE CASA)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RH2RAST H2 – HOLLISTER STIER (PÓ DE CASA)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RHIFATOR RH (INGLÊS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RHX2POEIRA (PO), ACARO - RAST HX2Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI1RAST I1 – ABELHA (VENENOS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI2RAST G5 – VESPA CABEÇA BRANCA Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI204RAST ESPECIFICO PARA TABANUS (MOSCA, MUTUCA) (I204)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI206IGE ESPECIFICO PARA PERIPLANETA AMERICANA (I206)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI3RAST I3 – VESPA CAPA AMARELA (VENENOS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI4RAST I4 - VESPA COMUM Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI5RAST I5- VESPA AMARELA Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI6RAST I6 - BARATA (INSETOS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI70RAST I70 – FORMIGA Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI71MOSQUITO COMUM (INSETOS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI72RAST I72 - C. LEWISI (INSETOS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI73RAST I73- LARVA DE SANGUE (INSETOS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI75VESPA EUROPEIA (VENENOS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI76T.ANGUSTUM (INSETOS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RI8RAST I8 – TRAÇA (INSETOS)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RK82RAST K82 – LATEX (OCUPACIONAL)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RK83IGE ESPECIFICO PARA SEMENTE DE ALGODAO (K83)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RK85RAST K85Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RM3IGE ESPECIFICO PARA ASPERGILLUS FUMIGATUS (M3)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RM5IGE ESPECIFICO PARA SEMENTE DE ALGODÃO(M5)Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RMX1FUNGOS – RAST MX1Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RNPANTI RNPUtilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RT3RAST T3 – POLENS DE ARVORES – BETULA Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RT4RAST T4 – POLENS DE ARVORES – AVELEIRA Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RTX1RAST TX1Utilizado para identificar o alérgeno responsável pelas manifestações alérgicas de um indivíduo.
RUBE RUBÉOLA – PCRUsado para diagnosticar uma infecção ativa ou para determinar se uma pessoa teve uma infecção anterior.
RUBEAVI RUBÉOLA, TESTE DE AVIDEZ IGG Diferenciação diagnóstica de infecção recente e passada por rubéola. A medida da avidez baseia-se no grau de maturação dos anticorpos IgG no decurso da resposta humoral. Quanto mais avançado o grau de maturação tanto mais elevada é a proporção de anticorpos altamente ávidos. Avidez baixa da IgG é indicativa de infecção primária ao passo que avidez elevada é sugestiva de infecção pregressa. 
RUBIG RUBÉOLA, ANTICORPO IGGDiagnóstico de rubéola congênita, pós-natal, determinação de imunidade após doença ou vacinação. 
RUBIM RUBÉOLA, ANTICORPO IGMDiagnóstico de infecção aguda de rubéola. A rubéola é uma doença sistêmica, transmitida por inalação de gotículas infectantes. 
SARAMPGSARAMPO IGG Diagnóstico de infecção aguda pelo vírus do sarampo; confirmação de soroconversão após vacinação, quando indicado.
SARAMPMSARAMPO IGMDiagnóstico de infecção aguda pelo vírus do sarampo; confirmação de soroconversão após vacinação, quando indicado.
SATURAINDICE DE SATURAÇÃO DA TRANSFERRINAAvaliação diagnóstica de anemia. 
SCHITOESQUISTOSSOMOSEAuxilio diagnóstico da esquistossomose.
SCL70ANTI SCL70Avaliação diagnóstica de esclerose sistêmica 
SDHEASULFATO DE DEHIDROEPIANDROSTERONAUtilizado em crianças, principalmente no diagnóstico de adrenarca prematura e na suspeita de tumores adrenais. Em adultos, na avaliação de hirsutismo e/ou virilização. Cerca de 10% de mulheres hirsutas tem S-DHEA elevada, apesar de outros androgênios estarem normais.
SHBGGLOBULINA LIGADORA DE HORMONIOS SEXUAIS  Diagnóstico e acompanhamento de hiperandrogenismo; monitoração da terapia de reposição de esteróides sexuais e anti-androgênicos, possível auxiliar no diagnóstico e acompanhamento da resistência à insulina e avaliação de risco cardiovascular e diabetes tipo 2, especialmente em mulheres; como marcadora da atividade hormonal tireoidiana 
SMANTI SM Diagnóstico do lúpus eritematoso sistêmico.
SOSANGUE OCULTO, PESQUISA Auxílio ao diagnóstico de lesões da mucosa gastrointestinal.
SOMA SOMATOMEDINA C Avaliação da baixa estatura; diagnóstico e avaliação do tratamento da acromegalia.
SRFSUBSTANCIAS REDUTORAS FECAIS Utilizada para detectar deficiências congênitas, ou causadas por lesão inespecífica, de enzimas da mucosa intestinal, especialmente as dissacaridases (lactase e sacarase).
SSAANTICORPOS ANTI SS- A (RO)Útil no diagnóstico do lúpus eritematoso sistêmico (LES) na ausência de outro marcador sorológico (anticorpos anti-dsDNA e anti-Sm), bem como no diagnóstico da síndrome de Sjögren (SS). 
SSBANTICORPOS ANTI SS- B (LA) Diagnóstico de Síndrome de Sjögren e outras doenças autoimunes como Lupus Eritematoso Sistêmico. Acompanha o anti-SS-A (RO).
T3T3 TIODOTIRONINA Investigação de tireotoxicose por T3, detecção precoce da recorrência hipertireoidismo após interrupção de antitireoidiano.
T3L T3 LIVRE Utilizada para diagnostico e monitoramento do tratamento do hipertireoidismo. Quando um aumento na TBG e suspeitado como a causa de um nivel serico total elevado de T3, o ensaio de T3 livre pode diferenciar esta condicao do verdadeiro hipertireoidismo. Encontra-se aumentado na Doenca de Graves, na tireotoxicose por T3, na resistencia periferica ao hormonio tireoidiano, adenoma produtor de T3. Diminuido na Sindrome do Eutireoidiano doente e hipotireoidismo (1/3 dos casos).
T3RT3 REVERSO Sua dosagem pode ser útil na avaliação do status metabólico da tireóide em pacientes gravemente enfermos, em que se pode detectar níveis séricos diminuídos de hormônios tireoidianos, com triiodotironina reversa (T3R) aumentado. Pode ser útil na diferenciação de alterações por droga (amiodarona), em que também se mostra em níveis elevados. 
T4T4 TOTAL Útil na complementação da avaliação tireoidiana quando o T4 livre deixa dúvidas quanto ao diagnóstico, como ocorre, por exemplo, na gestação em que o T4 livre tende a ter níveis mais baixos.
TAPTAP – TEMPO DE PROTROMBINA Monitorização do uso de anticoagulantes orais antivitamina K. Interpretação clínica: Os resultados do TP podem ser reportados em tempo de protrombina, atividade enzimática (%) e RNI (ver também RNI).
TBGTIREOGLOBULINAMonitoração pós tratamento do câncer diferenciado de tireóide.
TCTC – TEMPO DE COAGULAÇÃOTempo de sangramento (T. S. - avaliação da hemostasia primária); tempo de coagulação (T. C. - avaliação da via intrínseca da coagulação).
TESTLTESTOSTERONA LIVRE Diagnóstico do hipogonadismo masculino; avaliação de puberdade precoce; diagnóstico de tumores virilizantes; avaliação do hirsutismo. 
TESTTTESTOSTERONA TOTALDiagnóstico do hipogonadismo masculino; avaliação de puberdade precoce; diagnóstico de tumores virilizantes; avaliação do hirsutismo.
TGOTGO – TRANSAMINASE OXALACETICAAuxilia no diagnóstico de doenças hepáticas e musculares. Embora os níveis de TGO não sejam específicos para doenças hepáticas, eles são usados para diagnóstico e monitorização do curso destas doenças, em combinação com outras enzimas como TGP. Na hepatite alcoólica, os níveis de TGO se elevam e, em geral são mais que duas vezes maiores que os de TGP (relação TGO/TGP > 2).
TGPTGP – TRANSAMINASE PIRUVICAAuxilia no diagnóstico de doenças hepáticas, sendo mais sensível que a TGO. Os níveis de TGP se encontram elevados no alcoolismo, hepatites virais, hepatites não-alcoólicas, cirrose, colestase, hemocromatose.
TIBC CAPACIDADE TOTAL DE COMBINAÇÃO DE FERRO Avaliação e diagnóstico de anemias crônicas por deficiência de ferro. A capacidade total de ligação do ferro guarda relação com a concentração de transferrina no sangue. 
TIREOIDE PROVAS DE FUNÇÃO TIREOIDEANA
TOXOAVTOXOPLASMOSE – TESTE DE AVIDEZ IGG A medida da avidez baseia-se no grau de maturação dos anticorpos IgG no decurso da resposta humoral. Quanto mais avançado o grau de maturação tanto mais elevada é a proporção de anticorpos altamente ávidos. Avidez baixa de IgG é indicativa de infecção primária ao passo que avidez elevada é sugestiva de infecção pregressa.
TOXOCGTOXOCARA ANTICORPO IGGDiagnóstico de toxocaríase. 
TOXOCMTOXOCARA ANTICORPO IGM Diagnóstico de toxocaríase. 
TOXOGTOXOPLASMOSE, ANTICORPO IGG Diagnóstico da toxoplasmose congênita e adquirida. 
TOXOMTOXOPLASMOSE, ANTICORPO IGM Diagnóstico da toxoplasmose congênita e adquirida. 
TOXOMPTOXOPLASMOSE, ANTICORPO IGM (LAUDO PARDINI)
TRABTTRAB – ANTICORPO ANTI RECEPTOR DE TSH Doença tireoidiana autoimune, geralmente o hipertireoidismo. Porém, como o TRAB dosa tanto anticorpos estimuladores do receptor de TSH como anticorpos bloqueadores do receptor, também poderá ser positivo em alguns casos casos de hipotireoidismo, tipicamente sem bócio.
TRANSAANTI TRANSGLUTAMINASE IGA  Diagnóstico e acompanhamento de Doença Celíaca.
TRANSFTRANSFERRINAAvaliação diagnóstica de anemia
TRANSGANTI TRANSGLUTAMINASE IGGA Doença Celíaca, também chamada de Enteropatia Glúten-sensível ou Espru não tropical, é uma doença crônica, associada a uma hipersensibilidade ao glúten da dieta (trigo, centeio e cevada). 
TREPO TREPONEMA PALLIDUMDiagnóstico da sífilis. A pesquisa dos espiroquetas de Treponema pallidum no material obtido da lesão confirma o diagnóstico da sífilis primária ou secundária. 
TREPOM TREPONEMA IGM (IFI)Ver FTA - ABS - Anticorpos IgG.
TRITRIGLICERIDESA medida dos triglicerídeos no sangue em geral é feita como parte de um perfil lipídico usado para avaliar o risco de doença cardíaca. 
TRIC1TRICLOROCOMPOSTO (TRICLOROETANO)·         O tricloroetano (TCE) e tricloroetileno são os principais metabólitos triclorocompostos. O tricloroetano é utilizado na indústria como solvente de resinas, óleos, ceras, adesivos e desengraxantes, em inseticidas, e nas formulações de aerossóis. O tricloroetileno é utilizado na dissolução de graxas e gorduras, lavagem a seco, extração de certas drogas e aplicações de resinas, colas, tintas e vernizes. Indicações: Avaliação de exposição e toxicidade ao TCE e TCA. Interpretação clínica: Níveis acima do Indíce Biológico Máximo Permitido (IBMP) indicam intoxicação. O exame pode sere coletado antes e após a jornada de trabalho.
TRIC2TRICLOROCOMPOSTO (TRICLOROETILENO)·         O tricloroetano (TCE) e tricloroetileno são os principais metabólitos triclorocompostos. O tricloroetano é utilizado na indústria como solvente de resinas, óleos, ceras, adesivos e desengraxantes, em inseticidas, e nas formulações de aerossóis. O tricloroetileno é utilizado na dissolução de graxas e gorduras, lavagem a seco, extração de certas drogas e aplicações de resinas, colas, tintas e vernizes. Indicações: Avaliação de exposição e toxicidade ao TCE e TCA. Interpretação clínica: Níveis acima do Indíce Biológico Máximo Permitido (IBMP) indicam intoxicação. O exame pode sere coletado antes e após a jornada de trabalho.
TRIC3TRICLOROCOMPOSTO (TRICLOROACETICO)
TRIPSFALFA 1 ANTITRIPSINA FECAL Na avaliação de perda protéica pelo tubo digestivo.
TROMBIIIANTI TROMBINA IIIÚtil na avaliação de deficiência de antitrombina que pode cursar com trombofilia e trombose venosa
TROP TROPONINA CARDIACADiagnóstico do infarto do miocárdio A troponina é um complexo de três proteínas, que regula a interação da miosina com a actina no processo contrátil: a troponina T (liga o complexo a tropomiosina), a troponina C (liga o cálcio no início da contração) e a troponina I (um inibidor que bloqueia a concentração na ausência do cálcio).
TROPUPATROPONINA As troponinas são pedidas principalmente para pessoas com dor torácica, para ver se houve infarto do miocárdio ou outra lesão cardíaca.
TSTS – TEMPO DE SANGRAMENTO O tempo de sangramento alterado salienta a dificuldade para a formação de um tampão hemostático.
TSH TSH HORMONIO TIREOESTIMULANTE Dosagem de um hormônioproduzido pela glândula hipófise (anterior), conhecido como hormônio tireoestimulante.
TSHNTSH NEONATAL – SORO
TSHNEO TSH NEONATAL Detecção precoce do hipotireoidismo congênito. 
TSHUTSH ULTRASENSIVEL Avaliação da função tireoidiana.
TTPTTP – TEMPO DE TROMBOPLASTINA PARCIAL ATIVADA Teste de triagem para deficiências de fator, presença de inibidores e para monitorar o uso de heparina não fracionada. 
UIURINA I Capaz de fornecer uma variedade de informações úteis para o médico em relação a patologias, apontando pistas importantes sobre doenças sistêmicas, principalmente aquelas relacionadas aos rins. 
URUREIA Usada principalmente, com a dosagem de creatinina, para avaliar e monitorar pacientes com doenças renais. 
UROUROCULTURADiagnóstico da infecção urinária.
UROPOUROPORFIRINASÚtil no diagnóstico das porfirias, erros metabólicos decorrentes de defeitos na síntese de porfirinas.
URPLAS UREAPLASMA – CULTURADiagnóstico de infecções do trato gênito-urinário em ambos os sexos. 
URUUREIA NA URINA ISOLADAAvaliação da função renal.
URURUREIA URINARIA 24 HORAS  Avaliação da função renal de baixa sensibilidade, cálculo do clearence de ureia.
VANIL ACIDO VANIL MANDELICO 24 HORAS Diagnóstico de feocromocitoma, avaliação de quadros hipertensivos, seguimento de neuroblastomas e ganglioneuroblastomas. 
VANIUACIDO VANIL MANDELICO NA URINA ISOLADADiagnóstico de feocromocitoma; avaliação de quadros hipertensivos, seguimento de neuroblastomas e ganglioneuroblastomas.
VASOPREVASOPRESSINA – HORMONIO ANTIDIURETICO  Eventualmente, se o teste de restrição hídrica não é conclusivo, pode contribuir para o diagnóstico. 
VDRLVDRLTriagem para sífilis. Este é o único teste de floculação que pode ser utilizado para pesquisa de anticorpos não treponêmicos no líquor.
VHSVHS – VELOCIDADE DE HOMOSSEDIMENTAÇÃOMarcador pouco específico de atividades infecciosas inespecíficas, estados inflamatórios, doenças autoimunes e reumáticas.
VHSTVHS – VELOCIDADE DE HOMOSSEDIMENTAÇÃO
VITAVITAMINA A  Diagnóstico de deficiência de vitamina A e do tratamento; diagnóstico de intoxicação pela vitamina A.
VITB12VITAMINA B12Avaliação da deficiência de vitamina B12. A vitamina B12 (cobalamina) tem um peso molecular de 1355 daltons. É a única vitamina sintetizada exclusivamente por microorganismos, sendo estocada primariamente no fígado sob a forma de adenosilcobalamina. É importante na hematopoiese e função neuronal.
VITCVITAMINA CAvaliação de deficiência de vitamina C.
VITDVITAMINA D – 1,25 DEHIDROXIAvaliação das doenças decorrentes de alteração de síntese ou da sensibilidade periférica à 1,25 (OH)2D3. 
VITD25VITAMINA D – HIDROXIAvaliação da deficiência de vitamina D Interpretação clínica: - VD inferior a 10 ng/mL indica deficiência e predispõe a osteoporose e osteomalácia. - Acima de 16 ng/mL supre as necessidades de 50% da população e acima de 20 ng/mL supre as necessidades de 97,5% da população, segundo o Institute of Medicine (IOM).
VITE VITAMINA EAvaliação de deficiência de vitamina E. A vitamina E (alfa tocoferol) é uma vitamina lipossolúvel que atua como antioxidante, prevenindo danos à membrana celular por radicais livres.
VLVDVLVD COLESTEROLA dosagem da lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL) pode ser descrita como parte do perfil lipídico, um grupo de testes solicitados com frequência para determinar o risco de doença coronariana e como parte importante da avaliação do risco cardíaco.
WBWESTEIN BLOTDetecta anticorpos contra o HIV no sangue. 
WRWAALER ROSE Diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR) 
ZINCOZINCOAvaliação dos estados de deficiência de zinco relacionados a ingesta diminuída, nutrição parenteral e enteral, doentes graves, queimados, diabéticos, problemas de retardamento de cicatrização, retardo de desenvolvimento pondo-estatural, anemia falciforme. 
ZINCUZINCO URINARIO Avaliação dos estados de deficiência de zinco relacionados a ingesta diminuída, nutrição parenteral e enteral, doentes graves, queimados, diabéticos, problemas de retardamento de cicatrização, retardo de desenvolvimento pondo-estatural, anemia falciforme. No monitoramento do tratamento com zinco (enteropatias e doença de Wilson). Exame útil também para monitorização de indivíduos profissionalmente expostos ao zinco, usado em galvanoplastia; fábrica de acumuladores e baterias; sínteses químicas; manufatura de papel pergaminho; refinação de óleo; vulcanização de fibras e da borracha; cimento dental, desodorantes, desinfetantes, carbono ativado, tinturas, tintas, cerâmicas, vernizes, produto químico para uso militar; fotocopiadoras.